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Seleção feminina faz 3 a 1 na Argentina em primeiro jogo no Beira-Rio

  Seleção feminina faz 3 a 1 na Argentina em primeiro jogo no Beira-Rio Brasileiras volta a encarar hermanas na terça-feira, às 20h, em Recife Agência Brasil Publicado em 10/10/2026 - 19:22 Rio de Janeiro © selecaofemininadefutebol/Instagram Versão em áudio O Brasil sobrou diante da Argentina na primeira partida da seleção feminina de futebol no Estádio do Beira-Rio, um dos palcos da Copa do Mundo de 2027. Na tarde deste sábado (10), diante de mais de 28 mil torcedores, a Amarelinha balançou a rede com três golaços na primeira etapa, em um intervalo de 20 minutos. Luany abriu o placar, Geyse ampliou de bicicleta e a capitã Angelina também deixou o dela. Após o intervalo, a meio-campista Maricel Pereyra, que defende o atual campeão brasileiro São Paulo, diminuiu para a Argentina. A seleção faz o segundo amistoso contra as hermanas na próxima terça-feira (13), às 20h30 (horário de Brasília), na Arena Pernambuco, outro estádio que receberá jogos do Mundial. O Brasil teve a primeira ch...

Dino comenta papel do Ministério da Justiça antes de atos terroristas

 O ministro da Justiça, Flávio Dino, esclareceu hoje (14) a atuação da pasta nos dias anteriores aos atos terroristas em Brasília. Em uma série de postagens na rede social Twitter, ele afirmou que apenas as autoridades do Distrito Federal podiam garantir a ordem pública e coordenar o policiamento ostensivo antes dos eventos do último domingo (8).

No Twitter, Dino apresentou esclarecimentos sobre a legislação e explicou que, somente a partir do decreto de intervenção federal na segurança pública do DF, o governo federal ganhou poderes gerenciar operações de policiamento ostensivo na capital federal.

“A direita golpista insiste no desvario que eu poderia ter evitado os eventos do dia 8. Esclareço, mais uma vez, que o Ministério da Justiça não comanda policiamento ostensivo nem segurança institucional. A não ser em caso de intervenção federal, que ocorreu na tarde do dia 8”, postou o ministro, que também citou o Parágrafo 5º do Artigo 144 da Constituição, que estabelece que o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública cabem às Polícias Militares.

Para o ministro, uma eventual decretação de intervenção federal antes dos atos terroristas do domingo passado teria gerado uma crise política e seria mal recebida pelos políticos de direita. “Fico pensando se eu tivesse proposto intervenção federal antes dos eventos do dia 8. O que diriam: ‘ditadura bolivariana, Coreia do Norte, Cuba, etc etc’. Propus intervenção federal com base real, não com base em presunções. Não sou profeta. Tampouco ‘engenheiro de obra pronta’”, acrescentou.

Dino comentou ainda a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que arquivou ontem (13) pedido do deputado eleito Nikolas Ferreira (PL-MG), que havia pedido a prisão preventiva do ministro da Justiça por suposta omissão intencional antes dos atos de domingo.

“Ou seja, a direita golpista não tem nenhuma razão e quer apenas proteger os terroristas. E, no desespero, produz absurdos, mentiras, agressões e mais crimes”, postou Dino.

Nos últimos dias, o ministro tem afirmado que pediu reforço policial ao governo do Distrito Federal na véspera dos atos e que havia estranhado o relaxamento no esquema de segurança, que permitiu que manifestantes se aproximassem do Congresso Nacional, em vez de seguir o plano inicial de barrar o acesso à Esplanada a partir da Rodoviária do Plano Piloto.

Desde que o presidente Lula foi eleito em segundo turno, no final de outubro, apoiadores do ex-presidente Bolsonaro demonstram inconformismo com o resultado do pleito e pedem um golpe militar no país, para depor o governo eleito democraticamente. As manifestações dos últimos meses incluíram acampamentos em diversos quartéis generais do país e culminaram com a invasão e depredação das sedes dos três poderes, no domingo passado.

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