O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
UPAs estaduais somam mais de 691 mil atendimentos em 2022; saiba as principais ocorrências e como preveni-las
Integram a Rede Sesa os equipamentos situados nos bairros Autran Nunes, Canindezinho, Conjunto Ceará, José Walter, Messejana e Praia do Futuro, todos em Fortaleza e sob administração do Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH).
As infecções virais são aquelas popularmente conhecidas como “viroses”. “A exemplo de gripe, zika e covid-19, transmitidas de uma pessoa para outra”, destaca a coordenadora de serviços médicos da UPA Messejana, Cinthia Rocha. Febre, tosse, dor de cabeça e dores no corpo são os sintomas mais comuns entre as doenças.
No caso de diarreia e gastroenterite viral, as causas estão relacionadas à má higiene dos alimentos e das mãos. “Por isso, é importante lavar bem os insumos e as mãos, principalmente antes de preparar uma refeição e sempre após usar o banheiro”, exemplifica a diretora de Cuidado e Saúde das UPAs, Patrícia Santana.
Carnaval: alegria (e prevenção)
O Carnaval é um período no qual as pessoas estão mais suscetíveis a infecções. Durante a festividade, é comum fazer refeições fora de casa, o que requer atenção redobrada.
“Prevenção é a melhor solução. Então, é importante manter-se hidratado, observar as condições de higiene do ambiente, se não há insetos por perto e se o alimento não está exposto. O folião deve, preferencialmente, consumir itens naturais, sem conservantes, para diminuir o risco de infecções”, orienta o coordenador de Serviços Assistenciais da UPA Canindezinho, Álvaro Nepomuceno.
Diante da suspeita de contaminação, é preciso estar atento aos sintomas. Se estes forem apresentados com maior intensidade, a recomendação é ir à UPA mais próxima para um tratamento adequado. “Dor abdominal intensa, vômitos, tontura, sensação de desmaio, falta de ar e diminuição da quantidade de urina são indicativos de um estágio mais grave. Vale ressaltar que, com cuidados simples, é possível prevenir essas doenças e, assim, curtir o Carnaval com mais tranquilidade”, diz Patrícia Santana.
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