O delegado Edson Henrique Damasceno, então titular da delegacia policial que investigou a morte do Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021, afirmou nesta terça-feira (26) que a análise de prints (reproduções) de mensagens de celular da babá do menino levaram a descobrir o que chamou de “farsa” por trás da morte da criança. “Se não tivessem esses prints , a mentira iria seguir”, declarou no júri durante abertura do segundo dia de julgamento do caso no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro. À época da morte, Damasceno estava à frente da 16ª Delegacia Policial (DP), sediada na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro onde morava o então casal Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados pela morte de Henry Borel. Então vereador no Rio de Janeiro no quinto mandado, Dr. Jairinho era padrasto de Henry, filho de Monique Medeiros com Leniel Borel de Almeida Junior. O menino morreu na madrugada de 8...
Associação Cearense de Imprensa (ACI) realiza, no próximo domingo (16), a partir das 9 horas, no terraço da entidade (Rua Floriano Peixoto, n.º 735), a segunda edição do Autógrafo Coletivo, momento de interação entre autores e leitores. Trinta e quatro escritores de diferentes faixas etárias e que escrevem gêneros distintos, como contos, poesias, ensaios, estudos acadêmicos, biografias e livros-reportagens confirmaram participação.
Organizado pelas diretorias de Biblioteca e Hemeroteca e de Atividades Sociais e Culturais da ACI, trata-se do mais importante evento da programação dos 98 anos da Associação. Para o curador e idealizador do projeto, jornalista e historiador Nilton Melo Almeida, “o Autógrafo Coletivo constitui opção aos eventos literários massificados e alternativa cultural para a cidade monotemática do domingo praieiro”.
Segundo Helly Elery, presidente da ACI, “o Autógrafo Coletivo fecha a programação dos 98 anos da entidade e coroa a intensa participação social, política e cultural do primeiro ano de mandato da atual diretoria, uma temporada marcada pelo posicionamento contra as investidas totalitárias que a imprensa recebe de extremistas”.
Durante a segunda edição do Autógrafo Coletivo, oPlebeu Gabinete de Leitura, acervo da professora e historiadora Adelaide Gonçalves, que reúne cerca de 12 mil títulos sobre História do Brasil, do Ceará e de Portugal, Sociologia, Antropologia, Filosofia, História dos Movimentos Sociais, dentre outros, ficará aberto à visitação. O Plebeu também montará sua banquinha com participação de amigos de editoras independentes.
Entre livros, letras, autores e leitores, a artista Julienne Frenkiel executará em seu teclado música de fundo, basicamente com repertório de música popular brasileira.
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