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*Marca premium e um esporte em ascensão: NOVA Beach Tennis chega ao mercado e mira R$ 1,5 milhão em 2026*

  *Marca premium e um esporte em ascensão: NOVA Beach Tennis chega ao mercado e mira R$ 1,5 milhão em 2026* _Nova marca aposta em posicionamento de elite e seleção de atletas para ocupar espaço entre as potências do beach tennis brasileiro_ O crescimento acelerado do beach tennis no Brasil abriu espaço para uma nova geração de marcas que enxergam no esporte não apenas competição, mas também oportunidade de negócio. É nesse cenário que nasce a NOVA Beach Tennis, criada pelos jovens empreendedores Pedro Almeida e Marina Soares com a proposta de construir uma marca premium, orientada por performance, identidade forte e ambição de escala. A meta já está definida: alcançar R$ 1,5 milhão em faturamento até 2026. Diferente de projetos focados na formação esportiva tradicional, a NOVA surge com outro direcionamento estratégico. A marca pretende reunir uma seleção de jogadores que já performam, escolhidos não apenas pela técnica, mas pela mentalidade competitiva, postura dentro e fora das q...

Dino diz que só poderia usar Força Nacional autorizado pelo GDF

 O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, argumentou que não poderia usar a Força Nacional na Esplanada dos Ministérios no dia 8 de janeiro sem uma autorização expressa do Governo do Distrito Federal (GDF). A Força Nacional é a força de segurança que fica à disposição da pasta.

Dino alegou que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em setembro de 2020, que o emprego da Força Nacional precisa de anuência do governador sob pena de violar “o princípio da autonomia estadual”.

A manifestação de Dino se deu por meio de ofício tornado público nesta quinta-feira (31) e encaminhado à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Atos Golpistas (CPMI). O ofício é uma resposta a parlamentares da comissão que questionam o motivo de Dino não ter usado a Força Nacional na defesa das sedes dos Três Poderes nas manifestações antidemocráticas de 8 de janeiro.

No ofício, o ministro da Justiça disse que em acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, no dia 7 de janeiro, a Força Nacional atuaria apenas na segurança do Palácio da Justiça e na sede da Polícia Federal (PF).

Porém, no mesmo dia 7 de janeiro, às 18h51, a PF sugeriu ao ministro, por meio de ofício, que ele autorizasse o uso da Força Nacional devido às caravanas de ônibus com destino a Brasília com manifestantes que teriam a intenção de “tomar o poder”, segundo a PF.

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