Proteção da biodiversidade mundial demanda mais US$1,3 trilhão por ano Déficit de financiamento quase dobrou em seis anos, mostra estudo Fabíola Sinimbú - repórter da Agência Brasil Publicado em 24/09/2026 - 12:44 Brasília © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Versão em áudio O enfrentamento à crise da biodiversidade, que põe em risco diversas formas de vida no planeta, inclusive a dos seres humanos, é um desafio que exigirá dos países esforços financeiros de US$ 1,317 trilhão ao ano, além do que já é investido atualmente. O número é resultado de um estudo realizado pelas organizações sociais The Nature Conservancy (TNC), World Wildlife Fund (WWF) e Paulson Institute , que resulta no relatório Financing Nature 2026: uma atualização de meio de década - do progresso isolado à implementação em escala . As organizações acompanham a evolução dos investimentos globais na proteção da natureza desde 2020, quando foi publicado o primeiro relatório. Os pesquisadores comparam essa evolução com ...
Médicos e médicas cearenses levaram brinquedos e alegria a crianças do bairro Jangurussu, em Fortaleza, neste 12 de Outubro
Médicos e médicas cearenses integrantes do Coletivo Rebento/Médicos em Defesa da Vida, da Ciência e do SUS realizam mais uma ação de seu Grupo de Trabalho Assistencial nesta quinta-feira, 12/10, com distribuição de brinquedos a crianças no grande Jangurussu, em Fortaleza.
É mais uma ação do grupo, que desde abril de 2021 realiza visitas a comunidades ou a pessoas em situação de rua, levando alimentos in natura, cestas básicas ou refeições. As refeições são preparadas pelos voluntários do Agindo pelo Bem, um grupo de amigos que se reúne a cada 15 dias para distribuir refeições a quem se encontra em situação de insuficiência alimentar. Os médicos e médicas também se encarregam da compra dos produtos e auxiliam na montagem das cestas básicas, no trabalho iniciado em abril daquele ano, quando 300 almoços foram entregues a pessoas em situação de rua.
Desde então foram dezenas de outras ações, em diversos bairros, como João Paulo II, Bela Vista, Parque Leblon, Bairro de Fátima, Cristo Redentor, entre outros. Foram montadas mais de 2.000 cestas básicas, totalizando toneladas de alimentos entregues e milhares de refeições, além de terem sido realizadas ações especiais em datas como Natal e Dia da Criança. O valor destinado às doações é arrecadado entre médicos e médicas do Coletivo Rebento, por meio de contribuições espontâneas.
"Sabemos que ainda é pouco diante de tanta miséria e fome ao nosso redor, mas não podemos nos acomodar e aceitar essa situação inertes ao sofrimento do outro", destaca a médica Camila Montezuma, especialista em Clínica Médica, uma das participantes do Grupo de Trabalho Assistencial Coletivo Rebento.
"Ficamos felizes e orgulhosos de fazer parte desse grupo. Continuemos colocando o nosso grãozinho de areia, enquanto for necessário. Sonhando com o dia em que não precisaremos mais disso", destaca, por sua vez, a médica Angela Holanda, pneumopediatra.
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