STF forma maioria para manter prisões preventivas de ex-presidente do BRB e de advogado do caso Master Ministros da Segunda Turma avaliaram que a medida é necessária para evitar a destruição de provas e a interferência nas investigações 24/04/2026 17:19 - Atualizado há 3 horas atrás Foto: Antonio Augusto/STF A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) já reúne maioria para manter as prisões preventivas do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa e do advogado Daniel Lopes Monteiro, decretadas no âmbito do caso Master a pedido da Polícia Federal e com aval da Procuradoria-Geral da República. O julgamento ocorre em sessão virtual, com término previsto para as 23h59 desta sexta-feira (24). O colegiado confirmou a decisão liminar do relator, ministro André Mendonça, tomada na Petição (PET) 15771 . Até o momento, acompanharam o voto do relator os ministros Luiz Fux e Nunes Marques....
A mostra ocupará a Galeria Chico da Silva com releituras das obras do pintor brasileiro e peças que retratam a flora cearense
A Galeria Chico da Silva, localizada no térreo da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Secultfor), recebe nesta sexta-feira (10/11), às 18h, a exposição "Chico da Silva na flora cearense". As artes ficarão disponíveis para visitação gratuita até 10 de dezembro, de segunda a sexta, das 9h às 17h.A exposição, que tem como curadores Roberto Galvão e Sandra Montenegro, conta com o trabalho do Entrelaçadas, grupo de mulheres que se reúnem habitualmente para bordar. Serão expostas releituras das obras do pintor e desenhista Chico da Silva, um dos nomes brasileiros que se destacou nacionalmente e também no exterior com a arte naif. Além disso, a exposição trará peças alusivas à flora cearense, temática escolhida para valorizar a caatinga do Nordeste.
Durante a exibição, o público irá contemplar peças de bordado que expressam pertencimento e se complementam com intensidade de cores, autenticidade e ancestralidade, advindas de mãos que pintam e bordam com nobre talento.
Grupo Entrelaçadas
Surgiu em 2016 de forma espontânea, a partir de um grupo de mulheres que se encontravam uma vez por mês para bordar na Praça Luíza Távora, também conhecida como Praça da CeArt (Central de Artesanato do Ceará).
Aos poucos, o grupo foi crescendo e, em 2017, abraçou o nome atual "Entrelaçadas", assumindo um duplo significado: o bordar como um entremear de linhas nas quais também se misturam afetos, encontros, partilhas e acolhimento entre as pessoas.
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