Entrou em vigor nesta sexta-feira (5) a decisão do governo de Donald Trump, nos Estados Unidos (EUA), de classificar facções criminosas do Brasil como organizações terroristas , o que pode ter consequências econômicas e geopolíticas para o país. A medida havia sido anunciada no dia 28 de maio. O governo brasileiro criticou a decisão por considerar que ela abre margem para que Washington interfira nos assuntos internos com a desculpa do combate ao terrorismo. O Palácio do Planalto defende que o combate ao crime deve ocorrer por meio da cooperação internacional respeitando as soberanias dos Estados sob os territórios. Para especialistas consultados pela Agência Brasil, a medida tenta limitar a soberania no Brasil e pode servir de pretexto para intervenções estrangeiras direitas contra o país. Governo e especialistas alegam ainda que a medida pode prejudicar a economia do país , com impactos sobre o turismo, investimentos, comércio exterior e sobre o sistema financeiro....
A mostra ocupará a Galeria Chico da Silva com releituras das obras do pintor brasileiro e peças que retratam a flora cearense
A Galeria Chico da Silva, localizada no térreo da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Secultfor), recebe nesta sexta-feira (10/11), às 18h, a exposição "Chico da Silva na flora cearense". As artes ficarão disponíveis para visitação gratuita até 10 de dezembro, de segunda a sexta, das 9h às 17h.A exposição, que tem como curadores Roberto Galvão e Sandra Montenegro, conta com o trabalho do Entrelaçadas, grupo de mulheres que se reúnem habitualmente para bordar. Serão expostas releituras das obras do pintor e desenhista Chico da Silva, um dos nomes brasileiros que se destacou nacionalmente e também no exterior com a arte naif. Além disso, a exposição trará peças alusivas à flora cearense, temática escolhida para valorizar a caatinga do Nordeste.
Durante a exibição, o público irá contemplar peças de bordado que expressam pertencimento e se complementam com intensidade de cores, autenticidade e ancestralidade, advindas de mãos que pintam e bordam com nobre talento.
Grupo Entrelaçadas
Surgiu em 2016 de forma espontânea, a partir de um grupo de mulheres que se encontravam uma vez por mês para bordar na Praça Luíza Távora, também conhecida como Praça da CeArt (Central de Artesanato do Ceará).
Aos poucos, o grupo foi crescendo e, em 2017, abraçou o nome atual "Entrelaçadas", assumindo um duplo significado: o bordar como um entremear de linhas nas quais também se misturam afetos, encontros, partilhas e acolhimento entre as pessoas.
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