O Ministério Público do Ceará, por meio da Promotoria de Justiça de Missão Velha, ofereceu denúncia contra Diego Almeida Castro, acusado de assassinar a ex-companheira K.G.L.B., em crime tipificado como feminicídio. O caso ocorreu no dia 12 de dezembro de 2025, em frente a uma escola, no bairro Boa Vista, no município. De acordo com a denúncia, o crime foi cometido após uma série de desentendimentos sobre a guarda do filho do casal, que evoluiu para ameaças de morte. Diego, acompanhado de um comparsa não identificado, aproximou-se por trás da vítima enquanto ela saía de casa numa motocicleta e efetuou três disparos de arma de fogo, causando-lhe morte imediata. Ele foi preso em flagrante. O denunciado vai responder por feminicídio, com as qualificadoras de ter utilizado meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. O MP do Ceará requer que ele seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri e que seja fixada indenização pelos danos causados.
A mostra ocupará a Galeria Chico da Silva com releituras das obras do pintor brasileiro e peças que retratam a flora cearense
A Galeria Chico da Silva, localizada no térreo da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Secultfor), recebe nesta sexta-feira (10/11), às 18h, a exposição "Chico da Silva na flora cearense". As artes ficarão disponíveis para visitação gratuita até 10 de dezembro, de segunda a sexta, das 9h às 17h.A exposição, que tem como curadores Roberto Galvão e Sandra Montenegro, conta com o trabalho do Entrelaçadas, grupo de mulheres que se reúnem habitualmente para bordar. Serão expostas releituras das obras do pintor e desenhista Chico da Silva, um dos nomes brasileiros que se destacou nacionalmente e também no exterior com a arte naif. Além disso, a exposição trará peças alusivas à flora cearense, temática escolhida para valorizar a caatinga do Nordeste.
Durante a exibição, o público irá contemplar peças de bordado que expressam pertencimento e se complementam com intensidade de cores, autenticidade e ancestralidade, advindas de mãos que pintam e bordam com nobre talento.
Grupo Entrelaçadas
Surgiu em 2016 de forma espontânea, a partir de um grupo de mulheres que se encontravam uma vez por mês para bordar na Praça Luíza Távora, também conhecida como Praça da CeArt (Central de Artesanato do Ceará).
Aos poucos, o grupo foi crescendo e, em 2017, abraçou o nome atual "Entrelaçadas", assumindo um duplo significado: o bordar como um entremear de linhas nas quais também se misturam afetos, encontros, partilhas e acolhimento entre as pessoas.
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