Em 13 anos, doença inflamatória intestinal cresce 5 vezes no Brasil Número de casos passou de 30 para 158, entre 2012 e 2025 Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Publicado em 25/09/2026 - 10:31 Rio de Janeiro © Nadzeya/ Adobe Stock Versão em áudio O número de pessoas com doenças inflamatórias intestinais (DII) cresceu cinco vezes no Brasil, entre 2012 e 2025. A incidência dessas enfermidades – como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa – passou de 30 para 158 casos por 100 mil habitantes no período. O dado é de um estudo apresentado no 74º Congresso Brasileiro de Coloproctologia , que ocorre até este sábado (26), em Balneário Camboriú (SC). O levantamento foi feito por dois membros da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP): Abel Quaresma, da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), e Paulo Kotze, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Eles trabalharam em parceria com pesquisadores das universidades de Calgary (Canadá), d...
A mostra ocupará a Galeria Chico da Silva com releituras das obras do pintor brasileiro e peças que retratam a flora cearense
A Galeria Chico da Silva, localizada no térreo da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Secultfor), recebe nesta sexta-feira (10/11), às 18h, a exposição "Chico da Silva na flora cearense". As artes ficarão disponíveis para visitação gratuita até 10 de dezembro, de segunda a sexta, das 9h às 17h.A exposição, que tem como curadores Roberto Galvão e Sandra Montenegro, conta com o trabalho do Entrelaçadas, grupo de mulheres que se reúnem habitualmente para bordar. Serão expostas releituras das obras do pintor e desenhista Chico da Silva, um dos nomes brasileiros que se destacou nacionalmente e também no exterior com a arte naif. Além disso, a exposição trará peças alusivas à flora cearense, temática escolhida para valorizar a caatinga do Nordeste.
Durante a exibição, o público irá contemplar peças de bordado que expressam pertencimento e se complementam com intensidade de cores, autenticidade e ancestralidade, advindas de mãos que pintam e bordam com nobre talento.
Grupo Entrelaçadas
Surgiu em 2016 de forma espontânea, a partir de um grupo de mulheres que se encontravam uma vez por mês para bordar na Praça Luíza Távora, também conhecida como Praça da CeArt (Central de Artesanato do Ceará).
Aos poucos, o grupo foi crescendo e, em 2017, abraçou o nome atual "Entrelaçadas", assumindo um duplo significado: o bordar como um entremear de linhas nas quais também se misturam afetos, encontros, partilhas e acolhimento entre as pessoas.
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