Fifa alterou o horário da segunda partida do Brasil na Copa do Mundo, que será disputada no México, no Canadá e nos Estados Unidos. O confronto da seleção com o Haiti, que estava marcado para as 22h (horário de Brasília) do dia 19 de junho no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, foi reprogramado para as 21h30. O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026. A estreia será contra Marrocos, no dia 13 de junho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h. As mudanças foram realizadas após a definição dos últimos classificados para o próximo Mundial de seleções, que será disputado entre 11 de junho e 19 de julho. Convocação final Agora as atenções da seleção brasileira se concentram na convocação final para a Copa do Mundo, que será realizada no dia 18 de maio. Nesta oportunidade o técnico Carlo Ancelotti apresentará a lista final de 26...
Um partido de oposição à Prefeitura de Fortaleza tem divulgado uma cifra de milhões que a atual gestão tem gasto em publicidade para divulgar suas ações, sobretudo em veículos de comunicação como em tevês locais. Antigamente, existia uma parceria publieditorial e informal que os diretores de jornalismo recebiam por fora para divulgar as ações em matérias ditas editoriais. O setor comercial ganhava, às vezes ou não . Uma TV local e nova no mercado ainda adota essa prática. Sempre foi uma polêmica só .Diretores foram demitidos tendo em vista que as matérias não devem ser cobradas porque o jornalismo presta serviço tendo em vista as concessões públicas de rádio de TV. Agora, com os setores comerciais atentos e aliados do marketing, além de ganhar dinheiro de empresas e federações de esportes, as televisões possuem agora gestores que são publicitários e possuem agências. Essas agências pensam em campanhas e recebem recursos públicos generosos para fazer comerciais ou matérias publieditoriais.A questão é que são recursos de milhões para comerciais que fazem uso de mão de obra e personagens que não ganham a mais para esse trabalho extra. Sem.contar que são campanhas fracas. Verificamos, atualmente, que duas tevês têm feito matérias publieditoriais veiculadas nos comerciais falando sobre sustentabilidade e limpeza da cidade. Uma forma de tirar da memória da população a famigerada taxa do lixo. Pois bem, precisamos saber quanto custa ao contribuinte essas campanhas em formato de matérias publieditoriais. Saber quanto de milhões foram investidos e se houve licitação. Não podemos deixar que se repita o que aconteceu na época da Pandemia da COVID que milhões do Governo do Ceará e da Assembleia Legislativa foram repassados aos veículos com dispensa de licitação. Um absurdo total sem transparência. Dessa vez, precisamos saber no Diário Oficial, o quanto a Prefeitura de Fortaleza repassou e assim cobrar Transparência. Até porque acho as campanhas fracas para milhões investidos. Isso, há 1 ano das eleições municipais. Ficamos de olhos abertos !
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