O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, na noite desta terça-feira (3), que a proposta de lei para o fim da escala 6x1 seja construída, em conjunto, por empregados, patrões e o governo. A declaração de Lula ocorreu na abertura da Segunda Conferência do Trabalho, que ocorre na capital paulista até o próximo dia 5, no Anhembi. Segundo o presidente, para os trabalhadores, será mais vantajoso realizar um acordo com a classe empresarial antes de o Congresso apreciar o tema. “É melhor vocês construírem negociando do que vocês terem que engolir uma coisa aberta [vinda do Congresso], e depois ter de recorrer à Justiça do Trabalho”, disse. “Tanto será melhor para nós se o que sair for o resultado de um acordo entre os empresários, os trabalhadores e o governo”, acrescentou. O presidente disse ainda que o governo não irá “pender para um lado” nas discussões. “Não iremos prejudicar os trabalhadores. E também não queremos contribuir com o prejuízo da economia brasileira...
Um partido de oposição à Prefeitura de Fortaleza tem divulgado uma cifra de milhões que a atual gestão tem gasto em publicidade para divulgar suas ações, sobretudo em veículos de comunicação como em tevês locais. Antigamente, existia uma parceria publieditorial e informal que os diretores de jornalismo recebiam por fora para divulgar as ações em matérias ditas editoriais. O setor comercial ganhava, às vezes ou não . Uma TV local e nova no mercado ainda adota essa prática. Sempre foi uma polêmica só .Diretores foram demitidos tendo em vista que as matérias não devem ser cobradas porque o jornalismo presta serviço tendo em vista as concessões públicas de rádio de TV. Agora, com os setores comerciais atentos e aliados do marketing, além de ganhar dinheiro de empresas e federações de esportes, as televisões possuem agora gestores que são publicitários e possuem agências. Essas agências pensam em campanhas e recebem recursos públicos generosos para fazer comerciais ou matérias publieditoriais.A questão é que são recursos de milhões para comerciais que fazem uso de mão de obra e personagens que não ganham a mais para esse trabalho extra. Sem.contar que são campanhas fracas. Verificamos, atualmente, que duas tevês têm feito matérias publieditoriais veiculadas nos comerciais falando sobre sustentabilidade e limpeza da cidade. Uma forma de tirar da memória da população a famigerada taxa do lixo. Pois bem, precisamos saber quanto custa ao contribuinte essas campanhas em formato de matérias publieditoriais. Saber quanto de milhões foram investidos e se houve licitação. Não podemos deixar que se repita o que aconteceu na época da Pandemia da COVID que milhões do Governo do Ceará e da Assembleia Legislativa foram repassados aos veículos com dispensa de licitação. Um absurdo total sem transparência. Dessa vez, precisamos saber no Diário Oficial, o quanto a Prefeitura de Fortaleza repassou e assim cobrar Transparência. Até porque acho as campanhas fracas para milhões investidos. Isso, há 1 ano das eleições municipais. Ficamos de olhos abertos !
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