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Suspeito de extorsão é preso pela PCCE em Quixeramobim

  Uma investigação da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) resultou na localização e captura de um homem, de 31 anos, preso em flagrante por um crime de extorsão. A prisão aconteceu na tarde dessa sexta-feira (01), no município de Quixeramobim – Área Integrada de Segurança 20 (AIS 20) do Estado. Um Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado na Delegacia Municipal de Quixeramobim e, imediatamente, equipes diligenciaram para elucidar os fatos e localizar o suspeito. Com base nas investigações, o suspeito, que é professor de informática em uma unidade de ensino, se aproveitou da proximidade com a vítima para cometer o crime. Apurações apontam que ele criou um curso falso de informática e ajudou a vítima a se cadastrar. Dessa forma, o suspeito gerava boletos e multas falsos para a vítima realizar o pagamento. O valor extorquido pelo suspeito foi utilizado em apostas de jogos de azar. O homem foi localizado e preso em flagrante. Ele foi autuado pelo crime de extorsão em razão de vício em

Prestação de contas atualizada com as demandas do setor cultural é uma das conquistas da Lei Orgânica da Cultura do Ceará Legislação modernizou os procedimentos quanto a repasse e execução do aporte destinado a projetos A Lei Orgânica da Cultura do Estado do Ceará (Lei n.º 18.012) evoluiu o sistema de fomento a projetos culturais. Colaborando com este objetivo, a legislação atende uma antiga demanda dos fazedores e fazedoras da cultura cearense. Ela aperfeiçoa as normas de prestação de contas referentes à execução dos projetos culturais contemplados. Esta conquista tornou-se possível por conta da implementação do regime próprio de fomento à cultura. Em linhas gerais, o Ceará possui uma Lei própria, em convergência com o Decreto do Fomento Nacional (lançado em março deste ano) e o Marco Regulatório de Fomento à Cultura. Este novo momento jurídico respalda as dinâmicas e exigências que são próprias do setor cultural. “Anteriormente, quando se falava em fomento à cultura, existia o questionamento quanto a um agente cultural ter que prestar contas igual a uma construtora que realiza viadutos ou um empreiteiro. Agora, nesse momento, conseguimos fazer esta diferenciação”, contextualiza Paulo Maranhão, da assessoria jurídica da Secult. Uma nova prestação de contas para o Termo de Execução Cultural Com a Lei Orgânica da Cultura é possível ter processos mais simplificados no momento de prestação de contas. Projetos que tenham valor até R$ 200 mil podem ser averiguados, em algumas situações, por um fiscal da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará). Caso seja atestado que o objeto cultural foi realizado plenamente, aquela prestação de contas está concretizada. Caso não seja possível, ou no caso de dúvidas, o fiscal pode pedir um relatório de execução do objeto. Persistindo questionamentos ou encontrada alguma inconsistência, pode ser exigido o relatório de execução financeira. Dessa forma, a prestação de contas poderá ocorrer em até três etapas. Outros dois avanços da Lei em relação ao Termo de Execução Cultural são norteados por demandas oriundas dos próprios agentes culturais. A primeira refere-se ao “autopagamento do proponente”. Antes da Lei, o realizador ou realizadora participava da produção do projeto, mas não podia ser remunerado. Esta incerteza ficou no passado. Hoje, as pessoas proponentes podem ser remuneradas em até 20% do valor do projeto, desde que comprovem sua participação na iniciativa cultural entregue. Para isso, é exigido declaração quanto à atividade realizada. Outra grande conquista é o remanejamento de rubricas. Nessa etapa, é permitido o remanejamento de até 30% do orçamento do projeto. O agente cultural também pode incluir um item novo na lista, desde que esteja alinhado com o cumprimento do trabalho cultural proposto no projeto. Acima deste teto é preciso solicitar autorização. A Lei Orgânica da Cultura do Estado do Ceará modernizou as políticas de fomento. Em outra esfera, além da renovação das regras jurídicas, a legislação também firma o compromisso da cultura em ser acessível a toda população cearense. No último capítulo, acerca da nova legislação cultural dos cearenses, detalhamos a institucionalização da Rede Pública de Espaços e Equipamentos Culturais do Estado do Ceará (Rece).

 Prestação de contas atualizada com as demandas do setor cultural  é uma das conquistas da Lei Orgânica da Cultura do Ceará


Legislação modernizou os procedimentos quanto a repasse e execução do aporte destinado a projetos

Lei Orgânica da Cultura do Estado do Ceará (Lei n.º 18.012) evoluiu o sistema de fomento a projetos culturais. Colaborando com este objetivo, a legislação atende uma antiga demanda dos fazedores e fazedoras da cultura cearense. Ela aperfeiçoa as normas de prestação de contas referentes à execução dos projetos culturais contemplados.

Esta conquista tornou-se possível por conta da implementação do regime próprio de fomento à cultura. Em linhas gerais, o Ceará possui uma Lei própria, em convergência com o Decreto do Fomento Nacional (lançado em março deste ano) e o Marco Regulatório de Fomento à Cultura.

Este novo momento jurídico respalda as dinâmicas e exigências que são próprias do setor cultural. “Anteriormente, quando se falava em fomento à cultura, existia o questionamento quanto a um agente cultural ter que prestar contas igual a uma construtora que realiza viadutos ou um empreiteiro. Agora, nesse momento, conseguimos fazer esta diferenciação”, contextualiza Paulo Maranhão, da assessoria jurídica da Secult.

Uma nova prestação de contas para o Termo de Execução Cultural


Com a Lei Orgânica da Cultura é possível ter processos mais simplificados no momento de prestação de contas. Projetos que tenham valor até R$ 200 mil podem ser averiguados, em algumas situações, por um fiscal da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará). Caso seja atestado que o objeto cultural foi realizado plenamente, aquela prestação de contas está concretizada.

Caso não seja possível, ou no caso de dúvidas, o fiscal pode pedir um relatório de execução do objeto. Persistindo questionamentos ou encontrada alguma inconsistência, pode ser exigido o relatório de execução financeira. Dessa forma, a prestação de contas poderá ocorrer em até três etapas.

Outros dois avanços da Lei em relação ao Termo de Execução Cultural são norteados por demandas oriundas dos próprios agentes culturais. A primeira refere-se ao “autopagamento do proponente”. Antes da Lei, o realizador ou realizadora participava da produção do projeto, mas não podia ser remunerado.

Esta incerteza ficou no passado. Hoje, as pessoas proponentes podem ser remuneradas em até 20% do valor do projeto, desde que comprovem sua participação na iniciativa cultural entregue. Para isso, é exigido declaração quanto à atividade realizada.

Outra grande conquista é o remanejamento de rubricas. Nessa etapa, é permitido o remanejamento de até 30% do orçamento do projeto. O agente cultural também pode incluir um item novo na lista, desde que esteja alinhado com o cumprimento do trabalho cultural proposto no projeto. Acima deste teto é preciso solicitar autorização.

A Lei Orgânica da Cultura do Estado do Ceará modernizou as políticas de fomento. Em outra esfera, além da renovação das regras jurídicas, a legislação também firma o compromisso da cultura em ser acessível a toda população cearense.

No último capítulo, acerca da nova legislação cultural dos cearenses, detalhamos a institucionalização da Rede Pública de Espaços e Equipamentos Culturais do Estado do Ceará (Rece).

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