Uma equipe do moto patrulhamento do 19º Batalhão da Polícia Militar do Ceará (PMCE) apreendeu uma arma de fogo artesanal calibre .40 e uma motocicleta. Na ação policial, um adolescente de 15 anos e um homem de 19 anos foram capturados, na noite dessa sexta-feira (13), na avenida Dr. Silas Munguba, no bairro Passaré, em Fortaleza. Durante patrulhamento ostensivo pela região, os militares avistaram dois indivíduos trafegando em uma motocicleta em alta velocidade. Diante da atitude suspeita, a equipe se aproximou para realizar a abordagem. Nesse momento, o condutor desobedeceu à ordem de parada e tentou se evadir, o que levou os policiais a iniciarem um acompanhamento tático. Logo depois, os indivíduos foram alcançados e abordados. Na busca pessoal, os policiais encontraram uma arma de fogo artesanal na cintura do passageiro. Diante dos fatos, ambos foram conduzidos à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), onde foi instaurado procedimento cabível. Denúncias A população pode co...
Do compadrio ao marketing
network do Power PointAntigamente, não muito longe, tínhamos um Universo de uma imprensa com o jornalismo mais aguerrido de interesse público. O jornalismo isento ficou nos bancos da faculdade. Ninguém vê mais uma informação exclusiva, um furo de reportagem de encher os olhos como ainda fazem alguns jornais impressos no Brasil. Os jornais não são concessões públicas. Mas as tevês e rádios, sim! A questão é que as concessões ainda pertencem a políticos e amigos do Reis e das Rainhas.
Os administradores, publicitários e marketeiros dominaram as redações no lugar dos amigos amadores dos Reis das antigas. Hoje são amigos dos Reos da nova geração, mas agora são bajuladores com formação, porém sem experiência de network da vida real.como os jornalistas profissionais possuem. Nunca pegaram um carro e saíram do quadrilátero da Aldeota em Fortaleza.
Cobram resultados das redações sem vivência de Rua. Os patrões da geração milênio cobram desses gestores de forma ansiosa faturamento e audiência. Resultado; acabam pensando programas, projetos e campanhas desses jornalistas e a execução é terceirizada pelas agências publicitárias profissionais dos amigos do Rei..Antes, em um outro universo, os jornalistas cumpriam essa dúbia função comercial e às vezes -nem.todos - enganavam os patrões..Eram relações públicas informais que não partilharam o pão.
A questão é que os publicitários ficam à frente dos jornalistas e os jornalistas se tornado gestores acabam fazendo o mais do mesmo, mesmo que pensem projetos na máxima de startups de fazer mais com menos recursos Usam palavras em inglês e trouxeram as rotinas das agências de comunicação para as redações. O LinkedIn é mais acessado do que se preocupar em pautas jornalísticas revolucionárias.
A terceirização da mão de obra dos jornalistas transformou as redações editoriais em redações publieditoriais..Aparecem mais quem pagar mais. Os jornalistas não questionam nada e nem inguém..Não existem mais matérias investigativas no âmbito local em Fortaleza e no Ceará. Tudo é só declaratória dos anunciantes.e dos suas assessorias, que pagam a conta dos veículos que apesar de serem concessões públicas, precisam faturar.
Pois bem, pensava-se que com advento das novas tecnologias os jornalistas iam investigar mais de forma isenta, sem interferência dos patrões do setor comercial. Que nada ! A acomodação aumentou e o cinismo estrutural também..Hoje temos matérias publieditoriais disfarçadas de editoriais. Os jornalistas - pessoas jurídicas- ralam para encher telejornais com horários extensos, enquanto do CEOS e VPS amigos do Rei faturam alto.
Pra mim, nada mudou. Um Museu de grandes novidades. O compadrio pelego dos donos agora são feitos pelos publicitários e não mais pelos jornalistas leais ao Reinado. O que mudou foi conteúdo cada vez pior e raso, sem.analise independente de interesse público. Lembrando que as rádios e tevês são concessões públicas. A redações se tornaram incorporadoras controladas por muitos incompetentes de Power Point que pouco inovam e planejam com prospecção de futuro. A terceirização acabou com o vínculo e com o jornalismo romântico e investigativo. Quem fica de fora.se reinventa e trabalha com gratidão nas mídias sociais.
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