*Trânsito cada vez mais perigoso nas grandes cidades*
O trânsito nas grandes cidades brasileiras tem se tornado cada vez mais perigoso, cenário que se agrava com a circulação crescente de bicicletas e patinetes elétricos em ruas e avenidas nem sempre preparadas para esse novo perfil de mobilidade. A convivência entre carros, motos, ciclistas e pedestres exige atenção redobrada, respeito às regras de trânsito e infraestrutura adequada — fatores que, quando falham, podem resultar em tragédias.
Em Fortaleza, um caso ocorrido no último sábado, 31 de janeiro, evidencia a gravidade da situação. A ciclista *Geldiene Silva de Jesus* morreu após ser atropelada na *Avenida Washington Soares*, nas proximidades do *Centro das Tapioqueiras*, no bairro Messejana. O acidente envolveu a suplente de deputada estadual *Martinha Brandão (Cidadania)*.
Segundo o *Boletim de Ocorrência*, registrado pelo irmão da vítima, *Gilvan Silva*, Geldiene teria sido atingida enquanto atravessava a via na *faixa de pedestres*. Ele relatou ainda que o corpo da ciclista teria sido *arrastado por alguns metros* na pista.
A deputada confirmou a ocorrência e informou que conduzia o veículo de placas *RIL0H07* quando, segundo sua versão, a condutora de uma *bicicleta elétrica*, que trafegava pelo canteiro central e *sem capacete*, cruzou repentinamente a avenida. Martinha Brandão afirmou ainda que uma viatura da *Guarda Municipal*, que passava pelo local, acionou o *Samu* e os demais órgãos competentes. Ela também realizou o *teste do bafômetro*, cujo resultado foi negativo.
Independentemente das versões, o episódio reforça um alerta urgente: o trânsito de Fortaleza — assim como o de outras grandes cidades — exige *prudência máxima* de motoristas, ciclistas e usuários de veículos elétricos. Respeitar a sinalização, utilizar equipamentos de segurança, reduzir a velocidade e manter atenção constante pode ser a diferença entre a vida e a morte.
A tragédia que vitimou Geldiene Silva de Jesus serve como um duro lembrete de que a mobilidade urbana precisa avançar com responsabilidade, fiscalização e, sobretudo, consciência coletiva para evitar que novos acidentes fatais continuem ocorrendo nas ruas da capital cearense.

Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.