Entender as bibliotecas como um espaço para além do acesso à informação, mas também como um lugar de conscientização e desenvolvimento do pensamento crítico, é o que levou a pesquisadora Luciane Cavalcante a criar o projeto Medeia.Info. Uma iniciativa de mediação cultural em bibliotecas, focada no enfrentamento a violência de gênero. “A gente precisa entender que o acesso à informação tem que também vir potencializado de ferramentas para estruturar essa informação para um uso. Então, por exemplo, eu posso colocar livros que falam sobre feminicídio, que falam sobre violência, mas o que eu posso fazer de atividade dentro das bibliotecas?”, explicou a pesquisadora. Com formação em biblioteconomia, Luciane Cavalcante conta que atuou como docente nos programas de pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Estadual de Londrina. Durante uma orientação, a pergunta de uma aluna sobre o papel das bibliotecas comunitárias no combate à violência de gênero...
COTIDIANO
"Moradores do Luciano Cavalcante, em Fortaleza, realizaram hoje um protesto. Eles são contra a transferência da Companhia de Policiamento para outro bairro. Com a saída dos policiais, a comunidade teme que a violência na área aumente.A banda de música da Escola Municipal Luís Costa foi convidada para a abrir o protesto. Moradores, comerciantes e estudantes do bairro Luciano Cavalcante reclamam da violência.A manifestação da comunidade é também contra a retirada da 4ª Companhia da Polícia Militar do bairro. Durante uma audiência pública, realizada na semana passada, ficou confirmada a saída da 4ª Companhia do bairro Luciano Cavalcante. Segundo os moradores, a PM alega problemas na estrutura do prédio. Para não perder o policiamento, a comunidade está disposta a ajudar na reforma da Companhia.A liderança comunitária fez um abaixo assinado. Cerca de 1.200 moradores participaram do protesto.O prédio onde funciona a 4ª Companhia fica na Avenida Rogaciano Leite. Há infiltrações pelas paredes e problemas no telhado. Segundo o relações públicas da PM, a Companhia vai se mudar para um prédio novo e maior no bairro Tancrêdo Neves porque o espaço físico não comporta mais o efetivo. As explicações da PM não convenceram os moradores."
Fonte: TV Verdes Mares
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