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Copa do Brasil: Ceará perde nos pênaltis e Fortaleza avança para as Oitavas de Final

  Créditos: Marcus Vinicius/FEC Pela Copa do Brasil, os clubes cearenses entraram em campo neste meio de semana pelos confrontos de volta da Quinta Fase da competição. Na quarta-feira (13), o Ceará recebeu o Atlético Mineiro na Arena Castelão precisando reverter a desvantagem sofrida no primeiro duelo. Com gols de Alex Silva e Everson (contra), a equipe cearense estava vencendo no placar agregado por 3 a 2 e encaminhava a classificação, mas, no fim da partida, sofreu um gol que levou a disputa para os pênaltis. Nas penalidades, acabou derrotado por 4 a 2, dando adeus à competição nesta temporada. Na quinta-feira (14), o Fortaleza visitou o CRB/AL no Rei Pelé com a vantagem conquistada no primeiro confronto. Para o Leão, bastava um empate para confirmar a classificação às Oitavas de Final. Miritello ainda desperdiçou um pênalti na reta final do segundo tempo, mas isso não fez falta: o 0 a 0 permaneceu no placar, garantindo a equipe cearense na próxima fase. Ceará e Fortaleza voltam ...

Equipe médica do IJF permanece com mesmo número no Réveillon

COTIDIANO
"Apesar da sobrecarga de 12%, acima do normal, nos atendimentos durante o feriado do Natal, se comparado ao ano passado, o Instituto Doutor José Frota (IJF) não terá um aumento na equipe médica e no número de macas para pacientes. Essas foram as decisões de reunião na Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), nesta quinta-feira, pela manhã, com o secretário executivo da Sesa, Arruda Basto, e o superintendente do IJF, Wandemberg Rodrigues.Ao total, trabalharão no período do réveillon 36 médicos a cada 12 horas. De acordo com Arruda Basto, serão oferecidas dez ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), quatro para os hospitais estaduais de Fortaleza e seis distribuídas para os hospitais dos municípios de Eusébio, Beberibe, Aracati, Ocará, Pacajus e Chorozinho.Wandemberg Rodrigues afirma que não há necessidade de aumentar a demanda de médicos. “Nós já trabalhamos com a capacidade máxima de profissionais. Em relação as macas, até podemos colocar mais, mas isso não resolverá o problema”, relata o superintendente do IJF."
Fonte: Diário do Nordeste

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