Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceram que os Crimes de Maio de 2006 foram uma grave violação de direitos humanos. Em comunicado de imprensa divulgado na última sexta-feira (29), eles também cobraram do Estado brasileiro que haja responsabilização em relação ao caso. Ocorridos há 20 anos, os Crimes de Maio começaram com rebeliões em mais de 700 presídios do estado de São Paulo, após a transferência de mais de 760 detentos – dentre os quais alguns líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) – para um presídio de segurança máxima. Nos dias seguintes a essa megatransferência, a ofensiva chegou às ruas com uma série de ataques entre o PCC e agentes do Estado. Os conflitos resultou na morte de mais de 500 pessoas em todo o estado. Grande parte dessas mortes ocorreu com indícios de execução praticadas por policiais. >> Clique aqui e leia mais sobre os 20 anos dos Crimes de Maio na Agência Brasil Segundo o relatório Análise dos Impactos dos Ataques do P...
BRASIL
"O Ministério das Relações Exteriores confirmou a identidade do brasileiro morto em Angola na última quarta-feira por um grupo de homens armados no norte do país. Ele é cearense e se chama Helano Silva Araújo, de 27 anos, e trabalhava para a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola na exploração de petróleo.A nota diz, no entanto, que as circunstâncias da morte não foram totalmente esclarecidas. Segundo a emissora católica Ecclesia, a responsável pelo ataque seria uma das facções da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda, que luta pela separação desse território do resto de Angola.
Fonte: Rádio CBN
"O Ministério das Relações Exteriores confirmou a identidade do brasileiro morto em Angola na última quarta-feira por um grupo de homens armados no norte do país. Ele é cearense e se chama Helano Silva Araújo, de 27 anos, e trabalhava para a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola na exploração de petróleo.A nota diz, no entanto, que as circunstâncias da morte não foram totalmente esclarecidas. Segundo a emissora católica Ecclesia, a responsável pelo ataque seria uma das facções da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda, que luta pela separação desse território do resto de Angola.
Fonte: Rádio CBN
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