A Justiça Federal do Rio de Janeiro mandou a Meta, dona da rede social Facebook, a derrubar dois perfis que disseminavam informações falsas sobre pesquisas e vacinas como se fossem comunicados oficiais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo os autos do processo, a servidora Isabel de Fátima Alvim Braga alimentava dois perfis com “conteúdos falsos, alarmistas e ofensivos relacionados à saúde pública, à política de imunização e às atividades científicas desenvolvidas pela instituição”, segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), que representou a Fiocruz no caso. As publicações utilizavam a imagem do Castelo Mourisco, símbolo histórico da instituição, e a condição funcional da ré como servidora pública para conferir aparente credibilidade às informações divulgadas, segundo informado pela AGU. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Na Justiça, a Fiocruz alegou que a conduta tinha potencial de induzir a população a erro, comprometer a confiança nas p...
COTIDIANO
"Candidatos reprovados no exame psicotécnico e na investigação social do concurso para agente penitenciário da Secretaria de Justiça (Sejus) do Estado do Ceará vão poder ir até o fim do concurso.O pedido do Governo de suspensão de liminares concedidas pelo TJ foi negado pelo Supremo Tribunal Federal - STF."
Fonte: Agência Nordeste e STF
"Candidatos reprovados no exame psicotécnico e na investigação social do concurso para agente penitenciário da Secretaria de Justiça (Sejus) do Estado do Ceará vão poder ir até o fim do concurso.O pedido do Governo de suspensão de liminares concedidas pelo TJ foi negado pelo Supremo Tribunal Federal - STF."
Fonte: Agência Nordeste e STF
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