MP do Ceará denuncia acusados de manter plantação de maconha em Acopiara 21 de outubro de 2026 2 min de leitura O Ministério Público do Ceará, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Acopiara e do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas Sul (Gaeco Sul), denunciou , nesta terça-feira (20/10), cinco acusados de manter uma plantação de maconha na zona rural do município. Eles deverão responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico, de acordo com a Lei de Drogas. As penas somadas podem chegar a 25 anos de reclusão para cada denunciado. De acordo com o MP, o grupo dividia as funções entre os integrantes, que ficavam responsáveis pelo gerenciamento do espaço e pela definição, custeio, compra e transporte dos insumos utilizados no cultivo, além de outras atividades criminosas. Ao todo, foram identificados pela Polícia Civil e pela Perícia Forense do Ceará, em meados deste ano, mais de 23 mil pés de maconha. Junto a isso, havia toda uma estrutura agr...
POLÍCIA
"Uma mulher de, aparentemente, 50 anos, tornou-se mais uma vítima da violência. O corpo dela foi encontrado pela Polícia, no começo da noite passada, numa estrada de terra, na localidade de Dois Lagos, em Pajuçara, Maracanaú (Região Metropolitana de Fortaleza).A mulher, que estava sem identificação, apresentava uma perfuração a bala na cabeça, além de um golpe de faca no pescoço e marcas de agressão. Branca, de cabelo ruivo, ela usava um vestido estampado e um relógio no pulso esquerdo.Os PMs que atenderam a ocorrência, sob o comando do subtenente PM Agenor, descartaram, de imediato, a hipótese de latrocínio. Para eles, o corpo foi jogado no local, que é ermo e de difícil acesso, caracterizando-se uma ‘desova’."
Fonte: Diário do Nordeste
"Uma mulher de, aparentemente, 50 anos, tornou-se mais uma vítima da violência. O corpo dela foi encontrado pela Polícia, no começo da noite passada, numa estrada de terra, na localidade de Dois Lagos, em Pajuçara, Maracanaú (Região Metropolitana de Fortaleza).A mulher, que estava sem identificação, apresentava uma perfuração a bala na cabeça, além de um golpe de faca no pescoço e marcas de agressão. Branca, de cabelo ruivo, ela usava um vestido estampado e um relógio no pulso esquerdo.Os PMs que atenderam a ocorrência, sob o comando do subtenente PM Agenor, descartaram, de imediato, a hipótese de latrocínio. Para eles, o corpo foi jogado no local, que é ermo e de difícil acesso, caracterizando-se uma ‘desova’."
Fonte: Diário do Nordeste
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