O Ministério Público do Ceará, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Aquiraz, obteve, na última segunda-feira (02/03), a condenação de Caio Giovane Alves Cavalcante pelo feminicídio da companheira, ocorrido no município. O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri aplicou pena de 42 anos de reclusão, em regime inicial fechado. O crime ocorreu em janeiro de 2025 dentro da residência da vítima e na presença de um dos filhos dela, com Transtorno do Espectro Autista. Após uma discussão motivada por ciúmes, ele asfixiou a mulher até a morte. De acordo com a denúncia, o casal namorava há 4 meses e tinha uma relação violenta. Vizinhos afirmam ter presenciado o réu humilhando a companheira várias vezes, já tendo inclusive feito a vítima andar algemada. A Justiça negou ao réu o direito de recorrer em liberdade e determinou a execução imediata da pena. Também fixou indenização mínima de R$ 50 mil aos filhos da vítima, a título de danos morais. Compartilha
POLÍCIA
"Uma mulher de, aparentemente, 50 anos, tornou-se mais uma vítima da violência. O corpo dela foi encontrado pela Polícia, no começo da noite passada, numa estrada de terra, na localidade de Dois Lagos, em Pajuçara, Maracanaú (Região Metropolitana de Fortaleza).A mulher, que estava sem identificação, apresentava uma perfuração a bala na cabeça, além de um golpe de faca no pescoço e marcas de agressão. Branca, de cabelo ruivo, ela usava um vestido estampado e um relógio no pulso esquerdo.Os PMs que atenderam a ocorrência, sob o comando do subtenente PM Agenor, descartaram, de imediato, a hipótese de latrocínio. Para eles, o corpo foi jogado no local, que é ermo e de difícil acesso, caracterizando-se uma ‘desova’."
Fonte: Diário do Nordeste
"Uma mulher de, aparentemente, 50 anos, tornou-se mais uma vítima da violência. O corpo dela foi encontrado pela Polícia, no começo da noite passada, numa estrada de terra, na localidade de Dois Lagos, em Pajuçara, Maracanaú (Região Metropolitana de Fortaleza).A mulher, que estava sem identificação, apresentava uma perfuração a bala na cabeça, além de um golpe de faca no pescoço e marcas de agressão. Branca, de cabelo ruivo, ela usava um vestido estampado e um relógio no pulso esquerdo.Os PMs que atenderam a ocorrência, sob o comando do subtenente PM Agenor, descartaram, de imediato, a hipótese de latrocínio. Para eles, o corpo foi jogado no local, que é ermo e de difícil acesso, caracterizando-se uma ‘desova’."
Fonte: Diário do Nordeste
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