Diversas organizações e coletivos realizaram na tarde deste sábado (6), em São Paulo, a 24ª Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais, como forma de fortalecer reivindicações específicas, embasadas em violências concretas e simbólicas que não atingem da mesma maneira o restante da comunidade LBGTQIA+. Fizeram parte da articulação a Coletiva da Visibilidade Lésbica SP, a Rede LésBi Brasil, o Lésbicas na Parada SP, a Rede Nacional Candaces, de Lésbicas e Mulheres Bissexuais Negras Feministas, a Associação Brasileira de Lésbicas (ABL), entre outros grupos. Este ano, o protesto, que sempre reitera o peso da lesbofobia e da bifobia contra as brasileiras e busca se descolar ao máximo de grandes financiadores, teve como um dos motes o aniversário de dez anos do assassinato da jovem negra Luana Barbosa dos Reis. Lésbica, negra e periférica, ela teve uma morte precoce, aos 34 anos, como mais uma vítima da letalidade policial. Conforme familiares seus e movimentos da causa denuncia...
COTIDIANO
Em quase todos os cruzamentos monitorados pelas cãmeras do CTA-FOR, o trânsito flui normalmente neste domingo.O tráfego está um pouco lento nos cruzamentos da Avenida Abolição por ocasião da Parada da Diversidade Sexual de Fortaleza.Nesse momento,a câmera localizada no cruzamento da Abolição com Desembargador Moreira mostra a saída dos participantes.
Por Marcellus Rocha,com informações do CTA-FOR
Em quase todos os cruzamentos monitorados pelas cãmeras do CTA-FOR, o trânsito flui normalmente neste domingo.O tráfego está um pouco lento nos cruzamentos da Avenida Abolição por ocasião da Parada da Diversidade Sexual de Fortaleza.Nesse momento,a câmera localizada no cruzamento da Abolição com Desembargador Moreira mostra a saída dos participantes.
Por Marcellus Rocha,com informações do CTA-FOR
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