Ceará lidera ataques online à imprensa entre os estados nas eleições de 2026 Por Comunicação Sindjorce - 02/10/2026 Imagem: Magnific O Ceará concentrou o maior número de ataques online contra a imprensa relacionados às disputas eleitorais estaduais entre os estados brasileiros, segundo o terceiro relatório da Central de Defesa da Liberdade de Expressão e do Jornalismo (CDJor), que monitora ataques à imprensa durante as eleições de 2026. Entre 13 e 26 de setembro, foram identificados 72 ataques no Ceará, o equivalente a 17% dos 424 registros relacionados às disputas estaduais em todo o país. Na sequência aparecem Pernambuco, com 60 ataques; São Paulo, com 58; Santa Catarina, com 46; Bahia, com 40; e Minas Gerais, com 36. Juntos, os seis estados concentram 73,6% dos ataques relacionados às disputas estaduais registrados no período. Ceará concentra maior número de ataques entre os estados De acordo com o relatório, os 72 ataques registrados no Ceará ocorreram em um cenário ...
COTIDIANO
"É mais um chamado que vai ter a mesma resposta: "Ah! meu senhor ! Nós estamos sem bolsa viu".Pelo menos 1.700 pessoas no Ceará dependem destas bolsas para coleta de fezes e urina. São os chamados pacientes colostomizados da rede pública que precisam receber gratuitamente o material. Mas, ele está em falta.As bolsas são distribuídas pela Associação de Colostomizados, aqui em Fortaleza, que recebeu a última remessa em outubro. O estoque durou até abril.Desde então, as prateleiras estão vazias. Segundo o vice-presidente da Associação da Prefeitura, que é responsável pela distribuição na Capital, já fez a licitação, mas, ainda não deu andamento na compra das bolsas. Já o processo de compra do Estado, que distribui o material para o interior está ainda mais atrasado.Desde que teve o intestino atingido por um tratamento de radioterapia, Dona Clautenes depende das bolsas. Nos últimos meses tem desembolsado mais de 100 reais para comprá-las em lojas de materiais hospitalares. Mas, a despesa é bem maior: o material precisa ser trocado a cada três dias. Com o gasto extra, não sobra dinheiro para comprar outro remédio indispensável para uma doença no pulmão."
Fonte:Texto reproduzido da TV Verdes Mares
"É mais um chamado que vai ter a mesma resposta: "Ah! meu senhor ! Nós estamos sem bolsa viu".Pelo menos 1.700 pessoas no Ceará dependem destas bolsas para coleta de fezes e urina. São os chamados pacientes colostomizados da rede pública que precisam receber gratuitamente o material. Mas, ele está em falta.As bolsas são distribuídas pela Associação de Colostomizados, aqui em Fortaleza, que recebeu a última remessa em outubro. O estoque durou até abril.Desde então, as prateleiras estão vazias. Segundo o vice-presidente da Associação da Prefeitura, que é responsável pela distribuição na Capital, já fez a licitação, mas, ainda não deu andamento na compra das bolsas. Já o processo de compra do Estado, que distribui o material para o interior está ainda mais atrasado.Desde que teve o intestino atingido por um tratamento de radioterapia, Dona Clautenes depende das bolsas. Nos últimos meses tem desembolsado mais de 100 reais para comprá-las em lojas de materiais hospitalares. Mas, a despesa é bem maior: o material precisa ser trocado a cada três dias. Com o gasto extra, não sobra dinheiro para comprar outro remédio indispensável para uma doença no pulmão."
Fonte:Texto reproduzido da TV Verdes Mares
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