Após atuação do MP, integrante de facção criminosa é condenado a 80 anos de prisão por triplo homicídio no Crato 29 de setembro de 2026 1 min de leitura O Conselho de Sentença da 1ª Vara Criminal do Crato condenou, nessa segunda-feira (28/09), Lucas Nascimento Cardoso, vulgo Paulista ou Capetinha, a 80 anos e 9 meses de prisão após matar três pessoas em uma disputa territorial entre facções criminosas. Uma mulher, o filho dela, de 16 anos, e um amigo foram mortos com tiros enquanto dormiam na madrugada de 19 de janeiro de 2023. O réu foi sentenciado pelos crimes de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo. Os autos do processo indicam que a ação foi premeditada, pois o acusado alugou uma chácara que serviu de base para a empreitada, que envolveu a participação de sete pessoas em três motocicletas. Ele invadiu a casa onde estavam as vítimas e a execução foi filmada. Ficou demonstrada ausência de arrependimento por parte do réu, pois após o crime ele foi para um outro...
POLÍCIA
"O promotor da Justiça Militar, Joathan de Castro Machado, conversou com a reportagem do jornal O Estado na tarde de ontem, na sede da Auditoria para esclarecer alguns fatos a respeito do caso de inobservância de lei cometido pelos dois policiais militares do "Ronda do Quarteirão", Robson Randaw Damasceno e Cristiano Silva de Castro que deram voz de prisão aos majores Júlio César e Carlos Passos durante ação do Ronda, em um bar no bairro Jóquei Clube.De acordo com Castro, o inquérito completo ainda não chegou a promotoria de Justiça Militar, pois o depoimento dos dois oficiais ainda não foram colhidos. O inquérito que discorre sobre os depoimentos dos dois soldados também não chegou às mãos do promotor, que afirmou que ao receber o documento fará a denúncia contra os dois por inobservância de lei e também por violência contra o superior, visto que o exame de corpo de delito realizado em um dos oficiais deu positivo."
Fonte:Texto reproduzido do Jornal O Estado
"O promotor da Justiça Militar, Joathan de Castro Machado, conversou com a reportagem do jornal O Estado na tarde de ontem, na sede da Auditoria para esclarecer alguns fatos a respeito do caso de inobservância de lei cometido pelos dois policiais militares do "Ronda do Quarteirão", Robson Randaw Damasceno e Cristiano Silva de Castro que deram voz de prisão aos majores Júlio César e Carlos Passos durante ação do Ronda, em um bar no bairro Jóquei Clube.De acordo com Castro, o inquérito completo ainda não chegou a promotoria de Justiça Militar, pois o depoimento dos dois oficiais ainda não foram colhidos. O inquérito que discorre sobre os depoimentos dos dois soldados também não chegou às mãos do promotor, que afirmou que ao receber o documento fará a denúncia contra os dois por inobservância de lei e também por violência contra o superior, visto que o exame de corpo de delito realizado em um dos oficiais deu positivo."
Fonte:Texto reproduzido do Jornal O Estado
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