* Risco para o cérebro, a solidão já afeta quatro em cada 10 brasileiros* Com a longevidade batendo à porta dos brasileiros, o cérebro necessita, cada vez mais, de estímulos cognitivos. Atividades em grupo, uma conversa despretensiosa ou que agregue conhecimento têm se mostrado ferramentas importantes contra a solidão. E solidão não significa exatamente estar só, mas também se sentir só no meio da multidão. Já chamada de “epidemia silenciosa”, quatro em cada 10 brasileiros se sentem nessa condição, afetando principalmente as mulheres, pessoas de baixa renda e até jovens. Atenta ao comportamento humano, a psicopedagoga Danniela Rolim Medeiros é uma estudiosa do cérebro e, não à toa, está à frente do método Super Cérebro Longevidade, em Fortaleza (CE). “A sociabilidade que atinge a vida adulta, indo de compromissos de trabalho, com amigos e festas, por exemplo, tende a mudar na medida que a idade avança. E nesse momento, marcado por perdas e isolamento social, o uso de...
POLÍCIA
"Policiais do Batalhão de Polícia de Choque (BpChoque) montaram, ontem, uma operação desarmamento, com barreiras nas ruas do Bom Jardim. O objetivo, seguindo determinação do Comando do Policiamento da Capital (CPC), é coibir a violência naquele bairro. O Bom Jardim, na zona sul, é um dos pontos mais críticos da violência armada na Grande Fortaleza."
Fonte:Texto reproduzido do Diário do Nordeste
"Policiais do Batalhão de Polícia de Choque (BpChoque) montaram, ontem, uma operação desarmamento, com barreiras nas ruas do Bom Jardim. O objetivo, seguindo determinação do Comando do Policiamento da Capital (CPC), é coibir a violência naquele bairro. O Bom Jardim, na zona sul, é um dos pontos mais críticos da violência armada na Grande Fortaleza."
Fonte:Texto reproduzido do Diário do Nordeste
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