O Ministério Público do Ceará, por meio do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), esteve na manhã dessa quinta-feira (22/01) na antiga Colônia de Férias dos Empregados da Coelce (Cofeco), situada nas proximidades da foz do Rio Pacoti, em Fortaleza, para apurar a legalidade da cobrança imposta aos usuários para acesso à área de praia e ao rio. Durante a inspeção, os agentes verificaram que a empresa responsável pelo local cobra taxa de R$ 25,00 por pessoa para permitir a entrada na área, valor equivalente ao cobrado para entrada no clube. Também foi constatado que existe uma rota alternativa, porém restrita apenas a pedestres, o que limita o acesso de consumidores que dependem de veículos, como famílias, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Após as constatações, o Decon notificou a empresa, que terá 20 dias para apresentar esclarecimentos e comprovar a legalidade da cobrança. Caso não atenda às exigências, poderá ser responsabilizada conforme o Código d...
As sessões ordinárias da Câmara Municipal de Maracanaú pode ser acompanhadas pelos cidadãos na Internet.Ás terças,quintas e sextas pela manhã,basta acessar o www.rtvm.tv.
Tem ex-dirigente da Prefeitura de Fortaleza recebendo apoio de técnicos da atual gestão,pelo orkut,contra o processo que ele responde por improbidade administrativa.
Basta chover,que a buraqueira se multiplica por Fortaleza.Mas enquanto estiver chovendo,tecnicamente,não adiantar realizar operação tapa-buracos.
As rampas de lixo estão se proliferando em algumas esquinas de ruas da Maraponga.Parece que a população passou foi longe da cartilha de educação ambiental e cidadania.
Por Marcellus Rocha
Tem ex-dirigente da Prefeitura de Fortaleza recebendo apoio de técnicos da atual gestão,pelo orkut,contra o processo que ele responde por improbidade administrativa.
Basta chover,que a buraqueira se multiplica por Fortaleza.Mas enquanto estiver chovendo,tecnicamente,não adiantar realizar operação tapa-buracos.
As rampas de lixo estão se proliferando em algumas esquinas de ruas da Maraponga.Parece que a população passou foi longe da cartilha de educação ambiental e cidadania.
Por Marcellus Rocha
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