Proteção da biodiversidade mundial demanda mais US$1,3 trilhão por ano Déficit de financiamento quase dobrou em seis anos, mostra estudo Fabíola Sinimbú - repórter da Agência Brasil Publicado em 24/09/2026 - 12:44 Brasília © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Versão em áudio O enfrentamento à crise da biodiversidade, que põe em risco diversas formas de vida no planeta, inclusive a dos seres humanos, é um desafio que exigirá dos países esforços financeiros de US$ 1,317 trilhão ao ano, além do que já é investido atualmente. O número é resultado de um estudo realizado pelas organizações sociais The Nature Conservancy (TNC), World Wildlife Fund (WWF) e Paulson Institute , que resulta no relatório Financing Nature 2026: uma atualização de meio de década - do progresso isolado à implementação em escala . As organizações acompanham a evolução dos investimentos globais na proteção da natureza desde 2020, quando foi publicado o primeiro relatório. Os pesquisadores comparam essa evolução com ...
As sessões ordinárias da Câmara Municipal de Maracanaú pode ser acompanhadas pelos cidadãos na Internet.Ás terças,quintas e sextas pela manhã,basta acessar o www.rtvm.tv.
Tem ex-dirigente da Prefeitura de Fortaleza recebendo apoio de técnicos da atual gestão,pelo orkut,contra o processo que ele responde por improbidade administrativa.
Basta chover,que a buraqueira se multiplica por Fortaleza.Mas enquanto estiver chovendo,tecnicamente,não adiantar realizar operação tapa-buracos.
As rampas de lixo estão se proliferando em algumas esquinas de ruas da Maraponga.Parece que a população passou foi longe da cartilha de educação ambiental e cidadania.
Por Marcellus Rocha
Tem ex-dirigente da Prefeitura de Fortaleza recebendo apoio de técnicos da atual gestão,pelo orkut,contra o processo que ele responde por improbidade administrativa.
Basta chover,que a buraqueira se multiplica por Fortaleza.Mas enquanto estiver chovendo,tecnicamente,não adiantar realizar operação tapa-buracos.
As rampas de lixo estão se proliferando em algumas esquinas de ruas da Maraponga.Parece que a população passou foi longe da cartilha de educação ambiental e cidadania.
Por Marcellus Rocha
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