O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 terá que tramitar nas comissões da Casa, sugerindo que o Senado deve melhorar o texto que chegou da Câmara dos Deputados. “Quero dizer, como presidente do Senado, que essa proposta vai ter que tramitar nas comissões porque as cobranças de todos os senadores sobre a presidência são que todas as matérias possam passar, no mínimo, por uma comissão”, disse Alcolumbre. Ele quebrou o silêncio sobre a tramitação da PEC após questionamento, em plenário, do senador Styvenson Valetim (Podemos-RN), que pediu uma previsão de data para votação da matéria. O presidente do Senado defendeu que a PEC do fim da 6x1 seja votada “sem pressa”, ouvindo todos os setores da sociedade . Segundo ele, a definição do processo de tramitação será após reunião de líderes na próxima semana. “Tenho certeza absoluta de que assim como outros senadores, que pensam...
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“Descaso, desrespeito com os mortos, indigentes enterrados como animais, sem qualquer sombra de dignidade. Esta foi a denúncia que o Diário do Nordeste recebeu, investigou e confirmou, ontem pela manhã, no Cemitério do Bom Jardim. Cadáveres de pessoas falecidas em acidentes de trânsito, assassinatos, afogamentos, suicídios ou outras formas de morte violenta são levados do Instituto Médico Legal da Capital para aquele cemitério, na zona sul de Fortaleza, e ali jogados em valas. São cenas parecidas com aquelas vistas em filmes que contam o holocausto.
O flagrante aconteceu exatamente ao meio-dia, quando um rabecão do Instituto Médico Legal (IML), propositadamente sem placa e totalmente descaracterizado, parou em uma rua estreita, junto a um matagal e ao lado do cemitério. Ali já estavam funcionários de uma empresa terceirizada que trabalham como coveiros.
De forma rápida e sorrateira, os funcionários do IML abriram as portas do rabecão e puxaram os gavetões onde havia corpos inteiros e pedaços humanos. A cena macabra continuou quando os gavetões foram passados por debaixo de uma cerca de arame farpado. Do lado ´de dentro´ do cemitério as valas já estavam abertas. Os coveiros não demoraram. Viraram as gavetas, literalmente ´despejando´ os cadáveres e restos mortais no buraco.”
(Diário do Nordeste)
“Descaso, desrespeito com os mortos, indigentes enterrados como animais, sem qualquer sombra de dignidade. Esta foi a denúncia que o Diário do Nordeste recebeu, investigou e confirmou, ontem pela manhã, no Cemitério do Bom Jardim. Cadáveres de pessoas falecidas em acidentes de trânsito, assassinatos, afogamentos, suicídios ou outras formas de morte violenta são levados do Instituto Médico Legal da Capital para aquele cemitério, na zona sul de Fortaleza, e ali jogados em valas. São cenas parecidas com aquelas vistas em filmes que contam o holocausto.
O flagrante aconteceu exatamente ao meio-dia, quando um rabecão do Instituto Médico Legal (IML), propositadamente sem placa e totalmente descaracterizado, parou em uma rua estreita, junto a um matagal e ao lado do cemitério. Ali já estavam funcionários de uma empresa terceirizada que trabalham como coveiros.
De forma rápida e sorrateira, os funcionários do IML abriram as portas do rabecão e puxaram os gavetões onde havia corpos inteiros e pedaços humanos. A cena macabra continuou quando os gavetões foram passados por debaixo de uma cerca de arame farpado. Do lado ´de dentro´ do cemitério as valas já estavam abertas. Os coveiros não demoraram. Viraram as gavetas, literalmente ´despejando´ os cadáveres e restos mortais no buraco.”
(Diário do Nordeste)
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