Confederação do comércio questiona no STF prazo para fim da escala 6×1 CNC pede mais tempo para implementação da nova jornada de trabalho e ajustes nas regras de transição para acordos e convenções coletivas 04/11/2026 17:44 - Atualizado há 25 minutos atrás Foto: Bruno Carneiro/STF A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar as regras de transição da Emenda Constitucional 141/2026, que extinguiu a escala 6×1 e estabeleceu jornada de até 40 horas semanais, com dois dias de repouso remunerado. A Ação Direta de Inconstitucionalidade ( ADI) 8041 foi distribuída ao ministro Flávio Dino. A CNC considera desproporcional o prazo de 60 dias previsto na emenda para a primeira etapa da redução da jornada, de 44 para 42 horas semanais, e a concessão de duas folgas por semana. Segundo a confederação, a mudança exige alterações estruturais no mercado de trabalho e coincide com o período de ma...
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"O “Meu bairro na TV” faz parada no Antônio Bezerra. No bairro, quatro jovens, que são muito fãs de uma banda de hard rock, resolveram levar uma vida semelhante a dos ídolos.
Muita maquiagem e figurino exótico. Esta foi a fórmula do sucesso criada pela banda Kiss. Com mais de 30 anos de carreira, o grupo de hard rock ainda cultiva fãs no mundo inteiro. Um grupo de jovens do bairro Antônio Bezerra, de Fortaleza, levou o amor pelo Kiss a sério. Eles formaram o primeiro cover da banda do Nordeste.
Para compor fielmente o estilo dos ídolos, os fãs fizeram um estudo apurado sobre a história dos músicos. “A gente era fã e decidimos fazer uma banda, um tributo ao Kiss, e daí pra cá começamos a ensaiar”, relembra o guitarrista Paul Love.
Botas, perucas, roupas, maquiagem e até os intrumentos. Para comprar tudo, eles gastaram R$ 6 mil. Um cover pode usar apenas a caracterização para ficar mais parecido com o ídolo, mas não é o caso deste grupo. Os integrantes são músicos. Eles ensaiam, tudo para tornar o som mais próximo possível da banda original.
Difícil foi escolher entre tantos clássicos os que mais agradariam ao público. “Todo mundo quer ouvir tudo, mas não cabe tudo. Porém, nosso repertório hoje é matador”, garante Paul Love.
O show é uma viagem para os músicos e para a platéia. Eles experimentam a sensação de estar na pele dos ícones do rock. “No último show que a gente fez, as pessoas ficaram gritando ‘Kiss, Kiss, Kiss’; e como fãs, a gente sentiu um poouco dos que eles sentem”, declara o guitarrista Ace Space Love.
Assim como o grupo original, os integrantes da “Love Gun Kiss” não revelam as identidades. “A gente tem que fazer como a banda, seguir os costumes”, informa o baterista Peter Love.
Até as esposas dos marmanjos aprovam a diversão. Em clima de mistério, elas não vão nem às apresentações, para manter a identidade dos músicos em sigilo. “É legal né. Eles estão realizando o sonho deles”, comenta a esposa de Ace Love."
Fonte:TV Verdes Mares
"O “Meu bairro na TV” faz parada no Antônio Bezerra. No bairro, quatro jovens, que são muito fãs de uma banda de hard rock, resolveram levar uma vida semelhante a dos ídolos.
Muita maquiagem e figurino exótico. Esta foi a fórmula do sucesso criada pela banda Kiss. Com mais de 30 anos de carreira, o grupo de hard rock ainda cultiva fãs no mundo inteiro. Um grupo de jovens do bairro Antônio Bezerra, de Fortaleza, levou o amor pelo Kiss a sério. Eles formaram o primeiro cover da banda do Nordeste.
Para compor fielmente o estilo dos ídolos, os fãs fizeram um estudo apurado sobre a história dos músicos. “A gente era fã e decidimos fazer uma banda, um tributo ao Kiss, e daí pra cá começamos a ensaiar”, relembra o guitarrista Paul Love.
Botas, perucas, roupas, maquiagem e até os intrumentos. Para comprar tudo, eles gastaram R$ 6 mil. Um cover pode usar apenas a caracterização para ficar mais parecido com o ídolo, mas não é o caso deste grupo. Os integrantes são músicos. Eles ensaiam, tudo para tornar o som mais próximo possível da banda original.
Difícil foi escolher entre tantos clássicos os que mais agradariam ao público. “Todo mundo quer ouvir tudo, mas não cabe tudo. Porém, nosso repertório hoje é matador”, garante Paul Love.
O show é uma viagem para os músicos e para a platéia. Eles experimentam a sensação de estar na pele dos ícones do rock. “No último show que a gente fez, as pessoas ficaram gritando ‘Kiss, Kiss, Kiss’; e como fãs, a gente sentiu um poouco dos que eles sentem”, declara o guitarrista Ace Space Love.
Assim como o grupo original, os integrantes da “Love Gun Kiss” não revelam as identidades. “A gente tem que fazer como a banda, seguir os costumes”, informa o baterista Peter Love.
Até as esposas dos marmanjos aprovam a diversão. Em clima de mistério, elas não vão nem às apresentações, para manter a identidade dos músicos em sigilo. “É legal né. Eles estão realizando o sonho deles”, comenta a esposa de Ace Love."
Fonte:TV Verdes Mares
Olá,,,gostaria de saber informações sobre bandas covers, pois tou a fim de promover um evento com esse estilo, no CANDIEIRO ROCK BAR em Assu/rn. obgd.
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