O governo brasileiro aposta em uma relação bilateral com os vizinhos latino-americanos de direita ou extrema-direita focada em agendas pragmáticas que sejam imunes a ideologia, como infraestrutura, energia, combate ao crime organizado e cooperação no enfrentamento a desastres naturais. A vitória de Keiko Fujimori , no Peru, e de Abelardo De La Espriella , na Colômbia, além das eleições de representantes de direita no Chile, Equador e Bolívia, no ano passado, deixaram o Brasil mais isolado na América do Sul. O país figura ao lado do Uruguai como representante do campo progressista da região. Para o governo brasileiro, o quadro regional não deve prejudicar as relações bilaterais entre Brasil e Peru, Equador, Chile, Colômbia e Bolívia. A única exceção seria Javier Milei, na Argentina, que tem apresentado posição mais hostil ao governo do Brasil. Nos demais casos, a avaliação do governo é que os interesses pragmáticos de cada nação devem prevalecer em uma agenda que seriam desc...
"Nesta segunda-feira (31), a Prefeitura de Fortaleza apresenta, em entrevista coletiva, o balanço das ações realizadas durante a quadra chuvosa deste ano. Durante o evento, que acontece às 10 da manhã, no Gabinete da Prefeita (Avenida Luciano Carneiro, 2235, Vila União), serão apresentadas as atividades intersetorializadas que permitiram que, apesar do inverno rigoroso, nenhuma ocorrência grave ou óbito tenham sido registrados durante o período. Participam a prefeita Luizianne Lins (PT) e o diretor geral da Guarda Municipal e Defesa Civil, Arimá Rocha."
Fonte:Blog do Lauriberto Braga
Fonte:Blog do Lauriberto Braga
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