Relatório denuncia violência em ações policiais na Baixada Fluminense Entre 2020 e 2025, foram 282 mortes, segundo o levantamento Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Publicado em 24/07/2026 - 07:20 Rio de Janeiro © Fernando Frazão/Agência Brasil Versão em áudio Operações policiais na Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, deixaram 282 mortos entre 2020 e 2025, segundo um levantamento divulgado nesta sexta-feira (24) pela Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial (IDMJRacial). Com base em dados de redes sociais da Polícia Civil e da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, a organização não governamental contabilizou 5.298 operações, nas quais também houve 5.783 presos e 652 feridos. As ações resultaram ainda na apreensão de 41 adolescentes. A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial (IDMJRacial) é uma organização nascida na Baixada Fluminense e com sete anos de atuação, com foco no enfrentamento à violência do Estado, à vio...
"A IV Parada pela Diversidade Sexual de Maracanaú, promovida pelo Grupo Amor e Prevenção pela Vida (GAP Vida), com o apoio da Prefeitura do Município, coloriu toda a avenida nove, com as cores da diversidade e a alegria dos participantes. De cara limpa ou fantasiados, todos faziam questão de demonstrar que são iguais a qualquer cidadão ou cidadã e que merecem respeito enquanto pessoas.
"Por um Maracanaú sem Homofobia. Com mais cidadania", foi o tema escolhido pela organização da parada. A animação no trajeto foi garantida pela banda Eskova Samba, cantora Rafaela Manville e diversos Djs. O show que finalizou a manifestação no palco armado na avenida três do Jereissati, ficou por conta da cantora Débora Lima. De acordo com Samila Marques, da comissão responsável pelo evento, e representante do Movimento Travesti no Estado, um dos principais objetivos era chamar a atenção para a aprovação do Projeto de Lei (PL 122/2006), em tramitação no Senado, o qual criminaliza a homofobia.
Desde 2006 Maracanaú conta com a lei municipal 1.122/2006, que pune toda e qualquer manifestação atentatória ou discriminatória contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais."
Fonte:Portal O Povo Online
"Por um Maracanaú sem Homofobia. Com mais cidadania", foi o tema escolhido pela organização da parada. A animação no trajeto foi garantida pela banda Eskova Samba, cantora Rafaela Manville e diversos Djs. O show que finalizou a manifestação no palco armado na avenida três do Jereissati, ficou por conta da cantora Débora Lima. De acordo com Samila Marques, da comissão responsável pelo evento, e representante do Movimento Travesti no Estado, um dos principais objetivos era chamar a atenção para a aprovação do Projeto de Lei (PL 122/2006), em tramitação no Senado, o qual criminaliza a homofobia.
Desde 2006 Maracanaú conta com a lei municipal 1.122/2006, que pune toda e qualquer manifestação atentatória ou discriminatória contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais."
Fonte:Portal O Povo Online
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