Banco Central divulgou nesta sexta-feira (13) que 5.290 chaves Pix de clientes do Banco Agibank SA tiveram dados expostos. Foi o 21º incidente com dados do Pix desde o lançamento do sistema instantâneo de pagamentos, em novembro de 2020, e o primeiro em 2026. Segundo o BC, a exposição ocorreu de 26 de dezembro de 2024 a 30 de janeiro de 2025 e abrangeu as seguintes informações: nome do usuário, CPF com máscara (CPF parcialmente coberto com asteriscos), instituição de relacionamento, agência, número e tipo da conta. O incidente, apontou o BC, ocorreu por causa de falhas pontuais em sistemas da instituição de pagamento. O vazamento ocorreu em dados cadastrais, que não afetam a movimentação de dinheiro. Dados protegidos pelo sigilo bancário, como saldos, senhas e extratos, não foram expostos. Embora o caso não precisasse ser comunicado por causa do baixo impacto potencial para os clientes, a autarquia esclareceu que decidiu divulgar o incidente em nome do “compromisso com...
“Uma crise sem precedentes poderá ser instalada no mercado de leite de Pernambuco, segundo denúncia de sua representação local. O sindicato de Leite do Estado uniu-se aos sindicatos de Alagoas (Sileal) e do Ceará (Sindlaticínios) e ingressou com ação no Ministério Público Federal contra a empresa Laticínios Bom Gosto por “concorrência desleal por prática de preço predatório”.
A denúncia também conta com o apoio da Associação das Indústrias de Laticínios do Norte/Nordeste (Ailane), uma vez que a empresa tem atuação no mercado da região Nordeste. Os sindicatos acusam a gaúcha Bom Gosto de vender o leite longa vida “a preços abaixo do preço de custo ou bem próximo do preço de custo” no mercado nordestino, prática conhecida como “underselling”.
A Bom Gosto estaria praticando preços predatórios desde abril de 2009, segundo o sindicato. A empresa ingressou no mercado do Nordeste em março de 2009 com a compra da fábrica da Parmalat em Garanhuns (PE).
Auditoria da empresa Nielsen, feita a pedido dos sindicatos e anexado à ação entregue ao MPF de Pernambuco, mostra que no bimestre abril-maio de 2009 a Bom Gosto estava vendendo leite longa vida com preço 15% abaixo do valor médio de mercado no Nordeste, de acordo com informações do sindicato. No bimestre agosto/setembro estava 14% abaixo.
Um dos documentos anexados ao processo é a planilha de custos do setor, que mostra um custo final médio de R$ 1,42 por litro de leite longa vida no Nordeste. Segundo a ação, é impossível vender o leite abaixo deste valor sem ter prejuízos. Também foram anexados ao processo panfletos e fotos do produto nas gôndolas que chegaram a custar em dezembro R$ 0,98 no varejo nordestino.
No bimestre agosto/setembro, seis meses depois de entrar no Nordeste, a empresa já era líder com 21,5% dos volumes, segundo o mesmo relatório. No bimestre outubro/novembro, a fatia havia caído para 18,3% em volume.
Com o apoio do BNDES, que por meio da BNDESPar tem participação de 34,6% em seu capital, a Bom Gosto comprou, além da unidade de Garanhuns, os mineiros DaMatta e Santa Rita, os gaúchos Corlac e Nutrilat, uma unidade que pertencia à Nestlé em Barra Mansa (RJ).
Também incorporou a paranaense Líder Alimentos numa operação de troca de ações. Sua última compra, em novembro passado, foi a catarinense Cedrense. As aquisições somaram investimentos da ordem de R$ 232 milhões.”
Fonte:Blog do Eliomar de Lima,com informações JC Online
A denúncia também conta com o apoio da Associação das Indústrias de Laticínios do Norte/Nordeste (Ailane), uma vez que a empresa tem atuação no mercado da região Nordeste. Os sindicatos acusam a gaúcha Bom Gosto de vender o leite longa vida “a preços abaixo do preço de custo ou bem próximo do preço de custo” no mercado nordestino, prática conhecida como “underselling”.
A Bom Gosto estaria praticando preços predatórios desde abril de 2009, segundo o sindicato. A empresa ingressou no mercado do Nordeste em março de 2009 com a compra da fábrica da Parmalat em Garanhuns (PE).
Auditoria da empresa Nielsen, feita a pedido dos sindicatos e anexado à ação entregue ao MPF de Pernambuco, mostra que no bimestre abril-maio de 2009 a Bom Gosto estava vendendo leite longa vida com preço 15% abaixo do valor médio de mercado no Nordeste, de acordo com informações do sindicato. No bimestre agosto/setembro estava 14% abaixo.
Um dos documentos anexados ao processo é a planilha de custos do setor, que mostra um custo final médio de R$ 1,42 por litro de leite longa vida no Nordeste. Segundo a ação, é impossível vender o leite abaixo deste valor sem ter prejuízos. Também foram anexados ao processo panfletos e fotos do produto nas gôndolas que chegaram a custar em dezembro R$ 0,98 no varejo nordestino.
No bimestre agosto/setembro, seis meses depois de entrar no Nordeste, a empresa já era líder com 21,5% dos volumes, segundo o mesmo relatório. No bimestre outubro/novembro, a fatia havia caído para 18,3% em volume.
Com o apoio do BNDES, que por meio da BNDESPar tem participação de 34,6% em seu capital, a Bom Gosto comprou, além da unidade de Garanhuns, os mineiros DaMatta e Santa Rita, os gaúchos Corlac e Nutrilat, uma unidade que pertencia à Nestlé em Barra Mansa (RJ).
Também incorporou a paranaense Líder Alimentos numa operação de troca de ações. Sua última compra, em novembro passado, foi a catarinense Cedrense. As aquisições somaram investimentos da ordem de R$ 232 milhões.”
Fonte:Blog do Eliomar de Lima,com informações JC Online
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