PF e MPE investigam possíveis crimes eleitorais em Jaguaretama/CE Ação integrada cumpriu 16 mandados de busca e apreensão Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência Publicado em 24/09/2026 10h24 Atualizado em 24/09/2026 10h48 Fortaleza/CE. A Polícia Federal, com o apoio do Ministério Público Eleitoral, deflagrou, nesta quinta-feira (24/9), a Operação Mordaça, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) em Jaguaretama/CE. A operação é resultado de investigação instaurada a partir de provocação do Ministério Público Eleitoral, que apura a prática, em tese, de coação eleitoral, uso indevido de bens e serviços públicos em campanha, além de indícios de peculato. Segundo as apurações, agentes públicos municipais teriam utilizado a estrutura administrativa em benefício de atividades político-part...
Do site do TJ-CE:
" A 2ª Vara do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua levará a julgamento, nesta sexta-feira (01/10), às 13h30, o réu João Roberto da Silva. Ele é acusado de matar a esposa, Francisca Nereide Gadelha da Silva, no dia 12 de setembro de 2002, em Fortaleza.
O acusado havia sido julgado em 1º de agosto de 2003, ocasião em que o Conselho de Sentença acatou a tese de homicídio culposo (sem intenção de matar). O Ministério Público (MP) estadual, no entanto, apelou da decisão, alegando que ocorreu quebra da incomunicabilidade dos jurados. A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) deu provimento à apelação e determinou novo julgamento.
O júri estava marcado para o último dia 3 de setembro, mas foi adiado a pedido do MP. O julgamento desta sexta-feira será presidido pelo juiz Henrique Jorge Holanda Silveira, e a defesa ficará a cargo do advogado Mardônio Almeida. A acusação terá à frente a promotora Joseana França Pinto.
O CRIME
O assassinato ocorreu na rua Estrada do Siqueira, no bairro Conjunto Esperança, por volta das 19h. Segundo denúncia do MP, o acusado, utilizando um revólver calibre 38, matou a esposa com um tiro no rosto.
Conforme os autos, João Roberto havia passado o dia bebendo com dois amigos da Polícia Militar. Após saírem do bar, um dos policiais pediu para tomar banho na casa do réu, antes de ir trabalhar.
O PM teria pedido ainda que o acusado guardasse a arma dele em um local seguro. O policial disse ter escutado, alguns minutos depois, o barulho de um tiro, que veio do quarto de João Roberto. Em depoimento, o réu afirmou que o disparo foi acidental."
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.