PF e MPE investigam possíveis crimes eleitorais em Jaguaretama/CE Ação integrada cumpriu 16 mandados de busca e apreensão Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência Publicado em 24/09/2026 10h24 Atualizado em 24/09/2026 10h48 Fortaleza/CE. A Polícia Federal, com o apoio do Ministério Público Eleitoral, deflagrou, nesta quinta-feira (24/9), a Operação Mordaça, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) em Jaguaretama/CE. A operação é resultado de investigação instaurada a partir de provocação do Ministério Público Eleitoral, que apura a prática, em tese, de coação eleitoral, uso indevido de bens e serviços públicos em campanha, além de indícios de peculato. Segundo as apurações, agentes públicos municipais teriam utilizado a estrutura administrativa em benefício de atividades político-part...
" Terminou por volta das 18 horas o julgamento dos três soldados e um major da Polícia Militar do Ceará por envolvimento em confusão ocorrida, em agosto de 2008, em um bar, no bairro Jóquei Clube, em Fortaleza.
O major da PM Júlio César Passos Pereira foi absolvido das acusações por falta de provas. O soldado do Ronda do Quarteirão, José Bezerra de Sousa, também foi considerado inocente por não ter participado diretamente do caso. Já os soldados Robson Randaw Damasceno e Cristiano Silva de Castro foram condenados, respectivamente, a quatro e cinco meses de prisão em regime aberto. Castro recebeu pena maior por ser comandante da viatura.
Eles foram condenados por desrespeito a um oficial superior e injúria real praticada contra superior. Os soldados não perderão a função militar pois isso só ocorreria se tivessem sido condenados a pena mínima de dois anos.
O julgamento teve início às 10 horas no Fórum Clóvis Beviláqua."
O major da PM Júlio César Passos Pereira foi absolvido das acusações por falta de provas. O soldado do Ronda do Quarteirão, José Bezerra de Sousa, também foi considerado inocente por não ter participado diretamente do caso. Já os soldados Robson Randaw Damasceno e Cristiano Silva de Castro foram condenados, respectivamente, a quatro e cinco meses de prisão em regime aberto. Castro recebeu pena maior por ser comandante da viatura.
Eles foram condenados por desrespeito a um oficial superior e injúria real praticada contra superior. Os soldados não perderão a função militar pois isso só ocorreria se tivessem sido condenados a pena mínima de dois anos.
O julgamento teve início às 10 horas no Fórum Clóvis Beviláqua."
Fonte: Portal O Povo Online
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