A 2ª Promotoria de Justiça do Rio junto ao 1° Tribunal do Júri da Capital denunciou os policias militares Rafael Assunção Marinho e Rodrigo da Silva Alves pelo homicídio doloso triplamente qualificado do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira , ocorrido na madrugada de 22 de abril deste ano, no barro da Pavuna, zona norte do Rio. Segundo o Ministério Público (MP) do Rio, os agentes, do 41º batalhão da PM, em Irajá, dispararam mais de 20 tiros de fuzil contra a picape em que estavam Daniel e mais três pessoas. A vítima foi atingida na cabeça e morreu no local. Os demais ocupantes do carro não foram atingidos. A denúncia sustenta que o crime foi cometido por motivo torpe e com recurso que dificultou a defesa da vítima. De acordo com as investigações, os policiais acompanharam a movimentação do empresário na região por mais de uma hora, com acesso a informações em tempo real por um informante pelo telefone e, a partir daí, definiram pre...
"O teste da queima de fogos para o show pirotécnico da festa de Réveillon desta sexta-feira, 31, reuniu curiosos na área que dá acesso ao espigão da avenida Rui Barbosa, na praia de Iracema, por volta das 7h30 desta noite. A explosão de fogos atraiu expectadores com câmeras em punho, moradores da região, famílias com crianças e caminhantes da Beira-Mar.
Os modelos de fogos foram disparados na praia e também a partir da extremidade do espigão - que fica ao lado do aterro e estava interditado para público. Durou pouco, 3 ou 4 minutos, mas arrancou aplausos da plateia. Neste momento, atrações da festa ensaiam no palco montado no aterro."
Os modelos de fogos foram disparados na praia e também a partir da extremidade do espigão - que fica ao lado do aterro e estava interditado para público. Durou pouco, 3 ou 4 minutos, mas arrancou aplausos da plateia. Neste momento, atrações da festa ensaiam no palco montado no aterro."
Fonte: Portal O Povo Online
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