Universalização da Assistência Técnica Rural Ph.D. Nizomar Falcão Engenheiro Agrônomo - Ematerce Ao longo de mais de um século de políticas públicas agrárias, o Brasil e o mundo Subdesenvolvido conviveram com uma promessa recorrente e invariavelmente frustrada: a universalização da Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Historicamente, o aparato do Estado, por mais bem-intencionado que fosse seu corpo técnico, revelou-se pesado, burocrático e fisicamente incapaz de capilarizar o conhecimento até o último agricultor na ponta do roçado. O resultado dessa limitação estatal foi a marginalização tecnológica de milhões de famílias. Enquanto o agronegócio de larga escala importava inovação, o pequeno produtor - especialmente nas terras secas e no Semiárido - era deixado à própria sorte, refém do improviso, do assistencialismo reativo e da escassez de informações para lidar com pragas, secas e solos degradados. O Estado falhou em estar presente onde a terra mais precisava dele. Hoj...
"Em assembleia realizada nesta quata-feira (27/04), na sede do Sindicato dos Jornalistas (Sindjorce), os profissionais empregados em emissoras de rádio e televisão no Estado aprovaram proposta de 8% de reajuste para linear, retroativo a 1º de janeiro de 2011. O percentual supera o índice da inflação do período (6,47%), representando ganho real de 1,44%. Com isto, o piso da categoria passa a R$ 1.601,05. As demais cláusulas econômicas (Seguro de Vida e Reportagem Especial) também foram reajustadas em 8%.
Os novos salários e o montante retroativo serão pagos no contracheque do mês de maio, de uma única vez.Além do ganho real e da manutenção de todos os direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), os jornalistas de mídia eletrônica do Ceará também conquistaram quatro novas cláusulas: Saúde do Jornalista (que estabelece a criação de comissão paritária para avaliar as condiçõers de saúde do trabalhador no exercício da profissão), Dispensa (impede que as empresas demintam funcionários para contratar outros com salários menores), Assistência Social (atendimento médico-odontológico e bolsas de estudo) e Estabilidade (durante a campanha salarial). A gratificação de chefia teve seu percentual elevado de 30% para 50%.
O presidente do Sindjorce, Claylson Martins, destaca que a mobilização da categoria foi fundamental para o resultado da negociação. "Os jornalistas participaram de manifestações bem-humoradas durante os meses de janeiro e fevereiro, no bloco de pré-Carnaval ‘Matou a Pau...ta!', rechaçando propostas vergonhosas como banco de horas e clamando por melhores salários", lembra. Para a secretária-geral do Sindjorce, Samira de Castro, as empresas passam a entender, ainda que de forma gradual, a cultura do ganho real para o jornalista."
Fonte: Sindjorce
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