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Restos mortais de Grenaldo Silva, morto pela ditadura, são sepultados Cerimônia ocorre 54 anos após sua morte em São Paulo

  “Descanse em paz, pai!”, foi a mensagem que Grenaldo Mesut mandou gravar para o seu pai, que foi colocada em uma coroa de flores repleta de rosas, gérberas brancas e alstroemerias, e que foi depois posta no pequeno caixão onde os restos mortais de seu pai finalmente descansam. Morto em 1972 pela ditadura militar brasileira e enterrado como indigente na vala clandestina do Cemitério Dom Bosco, em Perus , na capital paulista, os restos mortos de Grenaldo de Jesus da Silva, pai de Grenaldo Mesut, foram finalmente sepultados na manhã desta sexta-feira (26), em São Paulo, enquanto o público presente entoava a canção Pra Não Dizer que Não Falei das Flores , de Geraldo Vandré. Foi “caminhando e cantando” que eles saíram em cortejo pelo cemitério e, 54 anos após a sua morte, puderam finalmente enterrar o caixão com os restos mortais de Grenaldo na sepultura 105, na gleba 1, quadra 2, do Cemitério Dom Bosco, e que foi cedida pela concessionária Cortel, que administra o cemitério. Cerimôni...

Dica cultural.Espetáculo “Abajur Lilás” se apresenta no Theatro José de Alencar

O espetáculo “Abajur Lilás”, que completa três anos, se apresenta neste sábado (29) e domingo (30), no Theatro José de Alencar, em Fortaleza.

A apresentação, com duração de 1h30, tem início às 19h. A peça conta o drama de três prostitutas torturadas pelo cafetão que quer decobrir quem quebrou o abajur lilás do seu quarto.

A trama, que inclui tortura e assassinato, foi escrita há mais de 30 anos pelo dramaturgo Plínio Marcos. O Grupo Imagens mergulhou em uma pesquisa profunda, tanto da obra como do universo que o autor Plínio Marcos traz para o seu texto para produzir o espetáculo.

Com informações do Portal Jangadeiro Online.

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