Brasileirão Corinthians empata com o Athletico em duelo morno visando G6 (Crédito: Rodrigo Coca/Agência Corinthians) Publicado em 30 de julho de 2026, às 21h33 O Corinthians recebeu o Athletico na Neo Química Arena para um duelo de pouquíssimos ataques na capital paulista que terminou em 0 a 0, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. O destaque do jogo foi a fraca arbitragem comandada por Paulo Cesar Zanovelli, somada a duas equipes satisfeitas com o empate, e visando os duelos de mata-mata por vir. O empate leva o Athletico a 37 pontos, na terceira posição, atrás de Palmeiras, com 47, e Flamengo, com 39. O Corinthians é o oitavo, agora com 29 pontos, dois atrás do Red Bull Bragantino, que tem 31, e fecha o G6. De olho no Internacional, adversário do final de semana pela Copa do Brasil, o Corinthians foi a campo com o time reserva, o suficiente para amarrar o jogo diante do Athletico, que foi à Neo Química Arena tentando buscar o Flamengo na tabela de classificação. O que se vi...
Notícia do dia de amanhã. Ex-capitão da PM acusado de matar irmãos em Iguatu será levado a júri popular nesta terça-feira
A 1ª Vara do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua levará a júri popular, nesta terça-feira (29/11), às 9h, Daniel Gomes Bezerra, ex-capitão da Polícia Militar do Ceará. Ele é acusado da morte dos irmãos estudantes de Medicina, Marcelo e Leonardo Moreno Teixeira, em Iguatu, a 384 km de Fortaleza.
De acordo com a denúncia do Ministério Público (MP) do Estado, eles foram assassinados na madrugada de 17 de março de 2007, em uma churrascaria. Segundo testemunhas, Marcelo foi urinar próximo ao carro de Daniel Gomes, onde a enteada do policial estava dormindo.
Ao ver a cena, ele foi tomar satisfações com o estudante. O PM agrediu e atirou no abdome do rapaz. Leonardo saiu em defesa do irmão e também foi atingido no abdome. As vítimas foram socorridas, mas não resistiram e vieram a falecer.
No mesmo dia, o acusado se apresentou à Delegacia de Jaguaribe e confessou ter matado os irmãos, alegando legítima defesa. Afirmou que a arma usada foi tomada de um dos universitários e que, atirar, foi o único meio para se defender das agressões dos estudantes.
Em 18 de março do mesmo ano foi pedida a prisão preventiva dele. Desde então, Daniel Gomes Bezerra se encontra preso no Batalhão de Choque da Polícia Militar, na Capital. Em maio de 2010, após procedimento administrativo, foi demitido das funções da PM.
O réu será julgado por homicídio qualificado (motivo fútil). A sessão será presidida pela juíza Danielle Pontes de Arruda Pinheiro, titular da 1ª Vara do Júri. A defesa será feita pelo advogado Delano Cruz e a acusação ficará sob a responsabilidade do promotor de Justiça Francisco Marques Lima e do advogado Paulo Quezado.
Fonte: TJ-CE
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