Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceram que os Crimes de Maio de 2006 foram uma grave violação de direitos humanos. Em comunicado de imprensa divulgado na última sexta-feira (29), eles também cobraram do Estado brasileiro que haja responsabilização em relação ao caso. Ocorridos há 20 anos, os Crimes de Maio começaram com rebeliões em mais de 700 presídios do estado de São Paulo, após a transferência de mais de 760 detentos – dentre os quais alguns líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) – para um presídio de segurança máxima. Nos dias seguintes a essa megatransferência, a ofensiva chegou às ruas com uma série de ataques entre o PCC e agentes do Estado. Os conflitos resultou na morte de mais de 500 pessoas em todo o estado. Grande parte dessas mortes ocorreu com indícios de execução praticadas por policiais. >> Clique aqui e leia mais sobre os 20 anos dos Crimes de Maio na Agência Brasil Segundo o relatório Análise dos Impactos dos Ataques do P...
Hoje o dia foi atípico no Mosteiro da Imaculada Conceição e São José, no bairro Joaquim Távora. A grande movimentação de pessoas nos locutórios deixou claro que hoje foi um dia especial para as Monjas Concepcionistas Franciscanas. A data do natal, dia 25 de dezembro, é uma das únicas três datas do ano em que as 20 freiras que vivem no mosteiro podem receber o público em geral. A clausura também é quebrada no domingo de páscoa e no dia 17 de agosto, festa de Santa Beatriz, fundadora da ordem. A opção de viver em quase total isolamento da sociedade ainda impressiona e causa estranheza a muitas pessoas. Mas segundo a monja Maria de Guadalupe, que vive no mosteiro há 35 anos, o que explica a decisão é o amor imenso a um chamado único, o da intercessão.
Mas não é apenas três vezes por ano que as freiras recebem visitas. Os familiares também tem permissão para is ao Mosteiro todos os meses. Os momentos são especiais não só para as irmãs mas, também, para os parentes.
Fonte: TV Diário
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