Nota de Pesar – Manoel Estélio Carvalho 27/10/2026 14:11 A Federação Cearense de Futebol lamenta profundamente o falecimento de Manoel Estélio de Souza Carvalho, ocorrido nesta terça-feira, 27 de outubro, aos 83 anos. Estélio construiu uma trajetória notável no futebol cearense, tendo atuado à frente do Calouros do Ar e ocupado cargos de gestão na Casa do Futebol Cearense. Seu Estélio foi presidente do Calouros do Ar na década de 1980. Chegou à FCF durante a gestão de Fares Lopes, período em que exerceu os cargos de superintendente e diretor do Departamento de Registro e Transferência, além de atuar na Comissão de Arbitragem da entidade. Na atual gestão, tornou-se ouvidor do Futebol Cearense, função que exerceu até 2017. Na edição de 2020 do Campeonato Cearense Série C, o troféu da competição recebeu seu nome, como forma de homenagem da Casa do Futebol. Em 2022, Estélio foi homenageado em sessão solene na Câmara Municipal de Fortaleza, em alusão ao aniversário de 102 anos da Fede...
A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) negou pedido de liberdade a Arnoldo Holanda Costa, condenado a seis anos de prisão por tentativa de extorsão mediante sequestro. A decisão foi proferida nessa segunda-feira (30/01).
Segundo os autos, o réu e outras sete pessoas participaram do sequestro de um administrador, ocorrido em abril de 2007, no bairro Dias Macêdo, em Fortaleza. A quadrilha pretendia levar a vítima para a localidade de Jabuti, em Itaitinga, mas, durante a fuga, o carro em que estavam acabou atingindo um motoqueiro. Por conta disso, resolveram libertar o administrador e fugir.
Policiais foram avisados e conseguiram prender os envolvidos. Em depoimento, Arnoldo Holanda Costa negou participação no crime. No mês de dezembro de 2007, ele foi condenado pela 9ª Vara Criminal de Fortaleza a seis anos de reclusão.
A defesa ingressou, em novembro do ano passado, com habeas corpus (nº 0010012-51.2011.8.06.0000) no TJCE alegando que o réu tem o direito de apelar em liberdade. O pedido, no entanto, foi negado pela 2ª Câmara Criminal.
“O crime pelo qual o paciente (réu) foi condenado enquadra-se no rol de hediondos, para o qual há vedação de natureza constitucional à concessão de liberdade provisória”, afirmou a relatora do processo, desembargadora Francisca Adelineide Viana.
Fonte: TJ-CE
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