O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
* Da coluna Vertical na edição desta quinta-feira 31/12 do Jornal O Povo:
Os jornalistas Thiago Cafardo, Ana Cris Cavalcante e Sabrina Lima devem formar a equipe da área de comunicação do futuro Governo Camilo Santana.
* A exemplo dos jornais O Povo e Diário do Nordeste, o Jornal O Estado está com uma TV Web realizando entrevistas e coberturas de coletivas e dos fatos.
* A TV Verdes Mares está veiculando chamadas de um novo programa chamado Estação Verdes Mares.
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