A Polícia Militar do Ceará (PMCE), por meio de equipe do Batalhão de Comando Tático Motorizado (Cotam), realizou, na tarde dessa sexta-feira (1), a prisão de um homem de 22 anos por porte ilegal de arma de fogo na Rua Oliveira Sobrinho, bairro Granja Portugal, em Fortaleza. Na ação, foi apreendido um revólver calibre .38 e sete munições do mesmo calibre. A ocorrência teve início após denúncia anônima informando que um indivíduo estaria portando arma de fogo e possivelmente envolvido com o comércio de entorpecentes na região. Com base nas informações, a equipe policial realizou diligências e conseguiu localizar o suspeito no endereço indicado. Durante a abordagem e busca pessoal, os policiais encontraram em posse do indivíduo um revólver calibre .38, além de sete munições intactas. A ocorrência foi apresentada no 32º Distrito Policial para medidas cabíveis. Tocador de vídeo
Nesta terça-feira (06), o vereador Iraguassú Filho (PDT) falou na Câmara Municipal de Fortaleza sobre a retomada do julgamento que pede a cassação da chapa formada por Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB). O julgamento começou em 4 de abril, mas foi adiado porque os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram reabrir a etapa de coleta de provas, ouvir novas testemunhas e dar prazo adicional para as defesas entregarem as alegações finais. O processo deve ser concluído até quinta-feira, caso não aconteça nenhum empecilho.
"Analisando o momento político conturbado em que vivemos no Brasil, podemos chegar a conclusão que o propositor da cassação da chapa Dilma-Temer, o PSDB, através do senador Aécio Neves também está envolvido em escândalos. Como o PSDB vai se posicionar como o grande fiel da balança na continuidade do Governo Temer?", questionou Iraguassú Filho.
Nos últimos dois meses, com as delações de executivos da Odebrecht e da JBS que atingiram políticos de diversos partidos, principalmente o presidente Michel Temer e o senador afastado Aécio Neves, o cenário político mudou.
"Precisamos cobrar que o julgamento desse processo tenha caráter jurídico e não político. É dessa conduta que o Brasil carece no momento. Faz tempo que os Tribunais Superiores do nosso país estão realizando julgamentos políticos. Não podemos perder a ordem jurídica, a garantia constitucional e os julgamentos independentes e jurídicos que nossas Cortes precisam se basear", cobrou.