Créditos: Lucas Emanuel/FCF Pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B, Ceará e Fortaleza voltaram a campo no último final de semana. No sábado (30), o Leão visitou o Athletic/MG na Arena Sicredi em São Joao del Rei e foi superado por 1 a 0. Com o revés no marcador, a equipe se mantém na 5ª posição com 18 pontos. No domingo (31), o Ceará recebeu o Operário/PR na Arena Castelão e foi derrotado por 2 a 1, de virada. Melk foi quem abriu o placar para o Vovô ainda no primeiro tempo. Com o resultado negativo, a equipe cearense aparece na 13ª colocação com 13 pontos conquistados. Na próxima terça-feira (2), o Fortaleza volta a campo pelo primeiro duelo da Copa da Nordeste. A partir das 21h, o Leão recebe o Vitória/BA na Arena Castelão. O Ceará terá compromisso no dia 10, quando recebe o Avaí/SC às 20h no Estádio Presidente Vargas. Daniel França Departamento de Comunicação Federação Cearense de Futebol
Nesta terça-feira (06), o vereador Iraguassú Filho (PDT) falou na Câmara Municipal de Fortaleza sobre a retomada do julgamento que pede a cassação da chapa formada por Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB). O julgamento começou em 4 de abril, mas foi adiado porque os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram reabrir a etapa de coleta de provas, ouvir novas testemunhas e dar prazo adicional para as defesas entregarem as alegações finais. O processo deve ser concluído até quinta-feira, caso não aconteça nenhum empecilho.
"Analisando o momento político conturbado em que vivemos no Brasil, podemos chegar a conclusão que o propositor da cassação da chapa Dilma-Temer, o PSDB, através do senador Aécio Neves também está envolvido em escândalos. Como o PSDB vai se posicionar como o grande fiel da balança na continuidade do Governo Temer?", questionou Iraguassú Filho.
Nos últimos dois meses, com as delações de executivos da Odebrecht e da JBS que atingiram políticos de diversos partidos, principalmente o presidente Michel Temer e o senador afastado Aécio Neves, o cenário político mudou.
"Precisamos cobrar que o julgamento desse processo tenha caráter jurídico e não político. É dessa conduta que o Brasil carece no momento. Faz tempo que os Tribunais Superiores do nosso país estão realizando julgamentos políticos. Não podemos perder a ordem jurídica, a garantia constitucional e os julgamentos independentes e jurídicos que nossas Cortes precisam se basear", cobrou.