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Caso Henry: celular da babá levou polícia a descobrir agressões Delegado que conduziu investigação abriu 2º dia de julgamento

  O delegado Edson Henrique Damasceno, então titular da delegacia policial que investigou a morte do Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021, afirmou nesta terça-feira (26) que a análise de prints (reproduções) de mensagens de celular da babá do menino levaram a descobrir o que chamou de “farsa” por trás da morte da criança. “Se não tivessem esses prints , a mentira iria seguir”, declarou no júri durante abertura do segundo dia de julgamento do caso no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro.   À época da morte, Damasceno estava à frente da 16ª Delegacia Policial (DP), sediada na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro onde morava o então casal Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados pela morte de Henry Borel.   Então vereador no Rio de Janeiro no quinto mandado, Dr. Jairinho era padrasto de Henry, filho de Monique Medeiros com Leniel Borel de Almeida Junior. O menino morreu na madrugada de 8...

O Mi – 13º Festival Música da Ibiapaba abraça as sonoridades contemporâneas e promove uma programação ampla e democrática para todos os públicos

O Mi – 13º Festival Música da Ibiapaba abraça as sonoridades contemporâneas e promove uma programação ampla e democrática para todos os públicos

De 22 a 29 de julho, Viçosa do Ceará vive e respira música, com uma série de atividades de formação para jovens e veteranos instrumentistas, além de shows de grandes artistas da nossa música


O Festival Música da Ibiapaba chega à 13ª edição cheio de novidades, mas sem abrir mão do pioneirismo de promover a formação cultural de músicos e instrumentistas, além de uma programação artística inspiradora e acessível para todos os públicos. Considerado uma referência no calendário cultural do Estado e uma das principais ações de interiorização da política cultural, o “Mi”, como está sendo chamado, acontece de 22 a 29 de julho e se aproxima das sonoridades contemporâneas, como forma de apresentar a multipluralidadade de sons e ritmos do Ceará e de todo o Brasil.

Realizado pelo Governo do Estado do Ceará, por meio da Secult e do Instituto Dragão do Mar, em parceria com a Secretaria da Educação, o “Mi” traz nesta edição mais diversidade em toda a sua programação. Durante oito dias, Viçosa do Ceará vai receber uma série de atividades de formação para jovens e veteranos músicos, no total de 30 oficinas e workshops, ministrados por um time de professores de diversas partes do País, como Aparecida Silvino (CE), Heriberto Porto (CE), Gilvando Pereira (PB), Miquéias dos Santos (CE) e Misael da Hora (RJ). Com 800 inscrições recebidas, o evento oferece 600 vagas para as oficinas, 400 destinando-se a estudante da rede pública estadual e 200 ao público em geral como uma oportunidade única para a troca de ideias, experiência e saberes, em que o talento e o conhecimento se misturam a enorme vontade de aprender.
O secretário da cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, comenta o novo momento do evento. “A identidade do festival é a formação. O Festival Música da Ibiapaba traz em sua gênese a formação. Essa identidade se mantém e se renova, mas estamos buscando novas dimensões, estabelecendo conexões do Festival com a música em suas vertentes erudita, popular e contemporânea e de como isso se traduz em sua programação. Estamos falando de um festival que existe desde 2004 e que precisa passar por uma ressignificação, seja no seu conceito, na sua programação artística e na conexão com outros setores das artes, da economia da cultura, do turismo, da artesania, da gastronomia e com o próprio patrimônio cultural da cidade de Viçosa do Ceará e da região da Ibiapaba”, diz.
O secretário da cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, comenta o novo momento do evento. “A identidade do festival é a formação. O Festival Música da Ibiapaba traz em sua gênese a formação. Essa identidade se mantém e se renova, mas estamos buscando novas dimensões, estabelecendo conexões do Festival com a música em suas vertentes erudita, popular e contemporânea e de como isso se traduz em sua programação. Estamos falando de um festival que existe desde 2004 e que precisa passar por uma ressignificação, seja no seu conceito, na sua programação artística e na conexão com outros setores das artes, da economia da cultura, do turismo, da artesania, da gastronomia e com o próprio patrimônio cultural da cidade de Viçosa do Ceará e da região da Ibiapaba”, diz.O secretário da cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, comenta o novo momento do evento. “A identidade do festival é a formação. O Festival Música da Ibiapaba traz em sua gênese a formação. Essa identidade se mantém e se renova, mas estamos buscando novas dimensões, estabelecendo conexões do Festival com a música em suas vertentes erudita, popular e contemporânea e de como isso se traduz em sua programação. Estamos falando de um festival que existe desde 2004 e que precisa passar por uma ressignificação, seja no seu conceito, na sua programação artística e na conexão com outros setores das artes, da economia da cultura, do turismo, da artesania, da gastronomia e com o próprio patrimônio cultural da cidade de Viçosa do Ceará e da região da Ibiapaba”, diz.O secretário da cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, comenta o novo momento do evento. “A identidade do festival é a formação. O Festival Música da Ibiapaba traz em sua gênese a formação. Essa identidade se mantém e se renova, mas estamos buscando novas dimensões, estabelecendo conexões do Festival com a música em suas vertentes erudita, popular e contemporânea e de como isso se traduz em sua programação. Estamos falando de um festival que existe desde 2004 e que precisa passar por uma ressignificação, seja no seu conceito, na sua programação artística e na conexão com outros setores das artes, da economia da cultura, do turismo, da artesania, da gastronomia e com o próprio patrimônio cultural da cidade de Viçosa do Ceará e da região da Ibiapaba”, diz.O secretário da cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, comenta o novo momento do evento. “A identidade do festival é a formação. O Festival Música da Ibiapaba traz em sua gênese a formação. Essa identidade se mantém e se renova, mas estamos buscando novas dimensões, estabelecendo conexões do Festival com a música em suas vertentes erudita, popular e contemporânea e de como isso se traduz em sua programação. Estamos falando de um festival que existe desde 2004 e que precisa passar por uma ressignificação, seja no seu conceito, na sua programação artística e na conexão com outros setores das artes, da economia da cultura, do turismo, da artesania, da gastronomia e com o próprio patrimônio cultural da cidade de Viçosa do Ceará e da região da Ibiapaba”, diz.

Segundo a coordenadora de artes e diversidade cultural da Secult, Valéria Cordeiro, um aspecto importante do “Mi” em 2017 é a introdução de discussões voltadas para a experiência e a inserção no mercado. “Além do talento, de ter uma formação estruturada, como o músico pode entrar no mercado, de que outras formas? Vamos discutir as várias possibilidades de inserção desse músico, trazendo inclusive o diálogo dos mestres da cultura com os profissionais que atuam no mercado e que estarão no festival”, diz. As políticas públicas de cultura voltadas para a música também entram na programação do festival, com o Encontro Estadual de Regentes de Bandas e o Encontro Setorial da Música, que deve reunir o fórum estadual e os representantes das entidades ligadas ao setor.

Paulo Linhares, presidente do Instituto Dragão do Mar, lembra que, com o novo formato, o Festival amplia seu alcance. “As experiências estéticas, que vão desde a música erudita, passando pela instrumental, às raízes populares, essa fusão de experiências, fundamental para a formação, ganha agora também uma potência de difusão”, explica.Paulo Linhares, presidente do Instituto Dragão do Mar, lembra que, com o novo formato, o Festival amplia seu alcance. “As experiências estéticas, que vão desde a música erudita, passando pela instrumental, às raízes populares, essa fusão de experiências, fundamental para a formação, ganha agora também uma potência de difusão”, explica.Paulo Linhares, presidente do Instituto Dragão do Mar, lembra que, com o novo formato, o Festival amplia seu alcance. “As experiências estéticas, que vão desde a música erudita, passando pela instrumental, às raízes populares, essa fusão de experiências, fundamental para a formação, ganha agora também uma potência de difusão”, explica.



Programação artística

Contemplando os tons abordados pelo evento, a programação artística do Mi reflete esse mix do erudito com o contemporâneo, passando ainda pela música popular. Durante todos os dias do evento, Viçosa do Ceará recebe atrações que traduzem bem o que temos de melhor, entre jovens e experientes artistas, locais e nacionais, que transmitem emoção e muita personalidade em suas belas melodias.

Cristiano Pinho abre a programação do Festival, com sua guitarra, retornando ao cenário de Viçosa, sua cidade Natal, seguido da apresentação do Spok Quinteto, diretamente de Pernambuco. Conectando patrimônio e cultura, o emocionante show de Amaro Freitas Trio, dentro da Igreja da Matriz de Nossa Senhora. O bandolinista e compositor Hamilton de Holanda também é uma das atrações confirmadas do Festival, assim como Daniel Ganjaman, que promete fazer um show cheio de swing e recheado de participações especiais.

A banda Por um Trio e os músicos Marcio Resende, Miquéias dos Santos e Thiago Almeida levam para os palcos do Mi o que há de melhor na música instrumental cearense, em uma animada Jam com alunos das oficinas formativas. Já o Projeto Rivera, Casa de Velho, Procurando Kalu e Flor Amorosa, que traduzem tão bem o espírito transformador, criativo e ousado do cenário atual da música independente no Ceará, também vão se apresentar no Festival. Além disso, a programação artística do Mi busca valorizar a música e a cultura local, a partir de shows de grupos da região de Ibiapaba e Mestres da Cultura. Música de qualidade para todos os gostos e estilos.


Curadoria

Para abraçar todos os timbres e vibrações do eixo formativo, o “Mi” buscou um trio experiente que soma expertises e experiências e que reverbera por todo o evento: Alfredo Barros (PE), Amilson Godoy (SP) e Daniel Ganjaman (SP). A escolha dos três curadores também é um reflexo do novo posicionamento do Festival, cada vez mais aberto para todos os tipos de sons e ritmos.

O professor e maestro da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual do Ceará (OSUECE), Alfredo Barros, acompanha de perto o cenário da formação musical no Estado, especialmente a erudita, mas conjuga esse trabalho com um olhar também voltado para as tradições populares.

Já o maestro Amilson Godoy traz consigo a experiência da música popular brasileira com o tratamento elaborado da música erudita. Tendo participado do grupo Bossa Jazz Trio, na década de 1960, e criado o Grupo Medusa, um dos ícones do instrumental brasileiro, ele é o regente da Orquestra Sinfônica Arte Viva. Surgida em 1996, a orquestra leva a diversas cidades releituras da música popular brasileira, em parceria com grandes artistas nacionais.

O músico, arranjador e produtor Daniel Ganjaman é um dos formuladores da música contemporânea brasileira. É ele o responsável pela produção de alguns dos melhores discos dos últimos anos, de artistas como Criolo, Céu, Sabotage, BaianaSystem, entre outros.

Patrono

A genialidade, o talento e o legado do maestro Alberto Nepomuceno serviram de inspiração para toda a programação do 13º Mi. Não por acaso, este grande artista cearense foi escolhido como o patrono do evento este ano. Compositor, organista, pianista e regente, Nepomuceno soube com ninguém trazer elementos da cultura popular para a música erudita, aproximando-a cada vez mais das pessoas. E é justamente esse o legado que a Festival Música na Ibiapaba já vem deixando ao longo de 13 edições.

Mi Gastronomia e Produtos da Serra

A programação de Gastronomia foi pensada para contar as histórias da Serra Grande por meio das tradições e riquezas culturais, em suas mais diferentes formas. Surgindo como uma atração à parte do já renomado Festival, o Mi Gastronomia e Produtos da Serra vai buscar nas várias cidades da região, como Ipu, Tianguá e Ubajara, representantes da gastronomia e do artesanato local, que refletem tão bem o modo de viver, de entender a terra e dela tirar a matéria prima para viver. Assim, o evento vai levar os saberes, os produtos e as tantas histórias de sua população que, tão gentilmente, costuma compartilhar com todos aqueles que visitam a região. São licores, peças em cerâmica, doces caseiros, cachaças, a famosa peta, bolos, cestos, mel, entre outros. No Mi Gastronomia e Produtos da Serra, tem um pouco de tudo de melhor na Serra Grande e como cenário de tantas delícias e de tanta riqueza cultural.


SERVIÇO:
Festival Música da Ibiapaba (Mi)
Período: 22 a 29 de julho
Local: Viçosa do Ceará



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