Primeiro tempo encerra com o Leão do Pici na frente – O Fortaleza venceu o Londrina por 2 a 1, neste domingo (20), no Estádio Vitorino Gonçalves Dias, pela 29ª rodada da Série B do Brasileirão. Heron marcou contra e abriu o placar para o Leão do Pici, mas Igor Bahia deixou tudo igual para os donos da casa. Na reta final, Neres apareceu para garantir a vitória do Tricolor de Aço fora de casa. Com o resultado, o Tricolor de Aço assumiu a vice-liderança, com 51 pontos, e encostou no Vila Nova, que também soma 51 e ocupa a primeira posição. O Tubarão, por sua vez, perdeu após duas vitórias consecutivas e permanece na 18ª colocação, dentro do Z4, com 28 pontos. https://www.terra.com.br/esportes/futebol/brasileiro-serie-b/fortaleza-arranca-a-vitoria-no-fim-contra-o-londrina-pela-serie-b,ac5781733f98f18a4dc4fb22aa1c1f717g4puz5a.html?utm_source=clipboard
NOTA DE REPÚDIO
(PEÇO QUE COMPARTILHEM CASO SE SOLIDARIZEM)
Venho repudiar a atitude da Escola Educar Sesc, ligada ao Sistema Fecomercio, que hoje EXPULSOU minha filha trans de 13 anos, que lá estuda desde os 2 anos de idade, numa clara PRÁTICA TRANSFÓBICA.
A escola já não vinha respeitando a resolução numero 12/2015, que garante o reconhecimento e adoção do nome social em instituições e redes de ensino de todos os níveis e modalidades, bem como o uso do banheiro de acordo com a identidade de gênero de cada sujeito.
Desrespeitava o nome social, colocando o nome civil em todos os registros, tais como frequência, avaliações, boletins, a submetendo ao constrangimento. O banheiro feminino também lhe foi negado, com a recomendação que usasse o banheiro da coordenação.
Depois, a impediram de pegar a carteirinha de estudante com o nome social (como a Etufor garante) porque se negaram a confirmar a matrícula dela, o que causa danos morais e também financeiros, uma vez que ela não pode exercer seu direito à meia.
Hoje, no CÚMULO DA TRANSFOBIA, me chamaram pra uma reunião e “recomendaram” que nossa família procure outra escola, que possa atender “as necessidades” dela. Admitiram que ela é uma ótima aluna, com boas notas e comportamento, mas não vão fazer a matrícula dela para o ano de 2018.
Simplesmente a expulsaram, a enxotaram. E quando eu questionei nos escorraçaram: “os acompanhem, já terminamos a reunião”. Lara e nós, pais, nunca nos sentimos tão constrangidos, humilhados, diminuídos, desrespeitados...
O que justifica a expulsão de uma aluna com um histórico exemplar senão a transfobia? Não seriam eles (os educadores) as pessoas mais responsáveis por fomentar um mundo que nos garanta um futuro mais justo, humano, igualitário?
Escolhemos a Escola Educar Sesc porque acreditávamos no projeto pedagógico construtivista e inclusivo, onde desde cedo minha filha teve oportunidade de conviver com as mais diversas crianças: autistas, down, portadores de deficiência física...
Um lugar que Lara tinha como uma segunda casa, onde ela cultivou todas as suas amizades, nos deu a decepção mais amarga. Mas transformaremos esse gosto azedo em força para lutarmos por Justiça!!!
Já fizemos um B.O. na Dececa, entramos em contato com a advogada do Centro de Referência LGBT Janaina Dutra e vamos até as últimas consequências. Pela Lara e por todxs que virão depois dela.
P.s. Peço aos amigos que colaborem como puderem para não deixar isso impune: compartilhem, pautem os meios de comunicação onde trabalham, enfim... Não deixemos que o ódio e a intolerância nos impeçam de exercermos o direito de sermos quem somos!
[19:37, 21/11/2017] +55 85 9999-0417: Se puderem passar adiante para meios de comunicação, parlamentares, por favor! Toda ajuda eh bem vinda! ❤🙏
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Lara continuará estudando na Escola Educar Sesc!
O Sistema Fecomércio e a Escola Educar Sesc repudiam qualquer atitude de preconceito. A Escola está averiguando os fatos e tomando as devidas providências. A premissa básica do Sistema Fecomércio é inclusão e educação. Analisamos o caso e a aluna tem matrícula assegurada em 2018 como todos os veteranos.


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