Créditos: Lucas Emanuel/FCF Vem aí a 5ª fase da Mais Democrática! Neste meio de semana, Fortaleza e Ceará disputam os jogos de ida pela Copa do Brasil. Após superar o Nova Iguaçu/RJ na 4ª fase, o Tricolor do Pici recebe o CRB/AL nesta quarta-feira (22), às 20h30, na Arena Castelão. Em 2021, as equipes se enfrentaram pelas oitavas de final da competição, com o Fortaleza vencendo os dois jogos e garantindo a classificação. Do lado alvinegro, o Vozão vem de uma classificação conquistada nos pênaltis contra o São Bernardo/SP, na 4ª fase, e agora visita o Atlético/MG. O confronto alvinegro acontece nesta quinta-feira (23), às 19h, na Arena MRV. No histórico da competição, o Ceará encarou a equipe mineira em 2005, pelas quartas de final, levando a melhor no placar agregado e avançando às semifinais. Guido Nobre Departamento de Comunicação Federação Cearense de Futebol (85) 3206-6523 Danielfranca@futebolcearense.com.br
Presos da Comarca de Guaraciaba do Norte, a 320 km de Fortaleza, poderão ter redução de pena a partir de trabalhos com artesanato. A medida, instituída pela juíza Juliana Bragança Fernandes Lopes, consta na Portaria nº 12/2018, publicada no Diário da Justiça dessa segunda-feira (13/08).
Segundo o documento, a contagem para efeitos de remição será de um dia de pena a cada três dias de trabalho. Também serão avaliados o desempenho e a produtividade, auferidos pela Direção da Cadeia Pública, que deverá encaminhar à magistrada o controle da confecção do artesanato e os respectivos dias trabalhados.
O trabalho artesanal desenvolvido não deve implicar a rotina e limites de segurança da unidade prisional, e poderá ser realizado pelos apenados cumprindo pena no regime fechado, semiaberto e também os provisórios. A Comarca já possui um projeto de remição pela leitura desde outubro do ano passado. Até julho, beneficiou 14 apenados.
Para estabelecer a medida, a magistrada considerou que o trabalho, durante a execução da pena, constitui relevante ferramenta na busca pela reinserção social do sentenciado. Além disso, ressalta que o trabalho artesanal é uma realidade nos presídios do Estado, principalmente nas comarcas do Interior, em razão da pouca oferta de trabalho nos casos autorizados pela Lei de Execuções Penais. Confira a Portaria na íntegra.
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