Texto: Larissa Falcão - Ascom Casa Civil Fotos: Carlos Gibaja - Casa Civil Compartilhar: Amistoso internacional acontece na terça-feira (9), em Fortaleza, e será um aquecimento para Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027™️ A torcida cearense vai fazer história na Arena Castelão, em Fortaleza, como o maior público da história do futebol feminino no Nordeste. Mais de 37 mil ingressos já foram vendidos para o amistoso entre as seleções femininas do Brasil e Estados Unidos, na próxima terça-feira (9), às 21h30. O número de ingressos vendidos até o momento já superou o recorde que pertencia à Arena Pernambuco, com 33.272 torcedores registrados no amistoso do Brasil contra a Jamaica, em 2024. Ainda há ingressos disponíveis no site da Bilheteria Digital ( https://www.bilheteriadigital.com/brasil-x-estados-unidos-feminino-fortaleza-09-de-junho ). O governador Elmano de Freitas convoca os cearenses para a grande festa do futebol feminino na casa do futebol cearense. “É muito importa...
O Estado do Ceará foi condenado a indenizar os três filhos menores de um detento morto em estabelecimento prisional. Cada um deles receberá R$ 15 mil de indenização moral e, a título de danos materiais, será meio salário mínimo até que completem 21 anos. A decisão é do juiz Joaquim Vieira Cavalcante Neto, titular da 13ª Vara da Fazenda Pública de Fortaleza. A sentença foi publicada no Diário da Justiça dessa terça-feira (21/08).
“A reparação do dano moral, dos prejuízos de ordem psíquica do ofendido, deve corresponder, diante da inevitabilidade da perpetuação dos atos lesivos, a uma compensação pelo sofrimento, pela perda não patrimonial do lesado”, explicou. O magistrado destacou que, mesmo que a morte tenha sido provocada por outros detentos, “não ilide a responsabilidade estatal, visto que o fato ensejador da responsabilidade é a omissão do ente estatal em evitar o evento potencialmente danoso, o que efetivamente não o fez, infringindo seu dever de custódia dos detentos”.
Segundos os autos (nº 0192768-54.2013.8.06.0001), o detento morreu no dia 28 de março de 2013, na Penitenciária Francisco Hélio Viana de Araújo, no município de Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza. Ele foi assassinado por outros presos por asfixia mecânica. A mãe dos filhos da vítima, que os representa na ação, alega que a morte poderia ter sido evitada caso não houvesse ocorrido negligência dos agentes prisionais, que não impediram o homicídio, vulnerando a integridade física e mental do presidiário.
Na contestação, o Estado defendeu a total improcedência da ação, alegando descaracterização de sua responsabilidade civil e ausências de ação do agente público (Estado) e de nexo de causalidade entre a conduta do agente e o dano ocorrido, que foi provocado por um terceiro.
Fonte: FCB

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