Copa Sul-Americana Neymar marca, mas Santos cede o empate no fim para o Recoleta e segue sem vencer Publicado em 05 de maio de 2026, às 23h28 Assim como na Vila Belmiro, no primeiro turno do Grupo D, o Santos foi castigado no fim diante do Recoleta-PAR. Depois de sair na frente com gol de Neymar, no estádio Monumental Río Parapití, em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, acabou cedendo o empate na reta final por 1 a 1, e segue sem vencer na Copa Sul-Americana. O resultado manteve o Santos fora da zona de classificação até para os playoffs, em último lugar da chave, com apenas três pontos, em três empates. Já o Recoleta é o terceiro, com quatro pontos. O Santos tem pela frente agora o duelo paulista diante do Red Bull Bragantino, no domingo, às 18h30, no estádio Cícero de Souza Marques, no interior de São Paulo. Pela Sul-Americana, volta a atuar no dia 20, diante do San Lorenzo-ARG, na Vila Belmiro. O Santos entrou em campo com uma postura bem ofensiva. Vendo a fragilidade do a...
O juiz da Comarca de Aurora, João Pimentel Brito, pronunciou na última quarta-feira (22/08) os réus Francisco Erivan Rangel Filho, conhecido por “Pantico” e José Ribeiro Duarte, vulgo “Rogai” pelo assassinato de Aparecida Ferreira Lima Rangel, esposa do primeiro acusado. A pronúncia é o ato pelo qual o juiz encaminha o réu a julgamento por júri popular.
Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) no dia 8 de março, por intermédio da Promotoria de Justiça de Aurora, Pantico contratou Rogai por 400 reais para simular um assalto e, aproveitando o domínio da vítima pelo comparsa, desferiu golpes contra Aparecida com uma barra de ferro. O caso aconteceu no dia 14 de janeiro deste ano.
Descobriu-se ainda que Erivan fez um seguro de vida para vítima, em novembro de 2017, colocando-se como beneficiário de um prêmio no valor de 800 mil reais. Para o promotor de Justiça Luiz Cogan, o caso apresenta traços de crueldade. O magistrado acolheu a denúncia com quatro qualificadoras requeridas pelo MPCE, que aumentam a pena dos acusados em caso de condenação: feminicídio, promessa de recompensa, meio cruel e meio que impossibilitou a defesa da vítima. Ele manteve, ainda, as ordens de prisões preventiva e negou o direito dos réus de recorrerem em liberdade.
“O denunciado José Ribeiro (Rogai) mencionou ter aceito a proposta de R$ 400,00 para fins de auxiliar no homicídio da vítima (promessa de recompensa). A morte da vítima visava a obtenção do prêmio, sendo tal motivo abjeto e repugnante (motivo torpe). Os algozes, de forma desumana e causando desnecessário sofrimento à vítima, executaram sua morte com múltiplos e brutais golpes de barra de ferro contra a cabeça, com a vítima deitada e indefesa (meio cruel). Ademais, os denunciados cometeram o brutal homicídio contra a vítima-mulher, por razões da condição de sexo feminino (feminicídio)”, consta na denúncia do promotor de Justiça Luiz Cogan.
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