_Aviso de pauta_ *Novos servidores da Saúde tomam posse nesta segunda-feira (26)* Nesta segunda-feira (26), 221 novos servidores tomarão posse para atuar nas unidades de Saúde do Governo do Estado do Ceará. A solenidade contará com a presença do governador Elmano de Freitas, da secretária da Saúde do Ceará, Tânia Mara Coelho, e de outras autoridades e está marcada para às 15h, no Centro de Eventos do Ceará. Ao todo, são 46 médicos e 175 profissionais da área assistencial, entre enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e cirurgiões dentistas. O grupo vai integrar as equipes do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Hospital Infantil Albert Sabin (Hias), Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (HM), Hospital de Saúde Mental Professor Frota Pinto (HSM), Samu 192 Ceará, entre outras unidades. Ainda em 2026, 1.300 servidores da Saúde devem ser convocados, concluindo o cronograma de chamamento dos novos estatutários. *Serviço* _Posse de servi...
O juiz da Comarca de Aurora, João Pimentel Brito, pronunciou na última quarta-feira (22/08) os réus Francisco Erivan Rangel Filho, conhecido por “Pantico” e José Ribeiro Duarte, vulgo “Rogai” pelo assassinato de Aparecida Ferreira Lima Rangel, esposa do primeiro acusado. A pronúncia é o ato pelo qual o juiz encaminha o réu a julgamento por júri popular.
Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) no dia 8 de março, por intermédio da Promotoria de Justiça de Aurora, Pantico contratou Rogai por 400 reais para simular um assalto e, aproveitando o domínio da vítima pelo comparsa, desferiu golpes contra Aparecida com uma barra de ferro. O caso aconteceu no dia 14 de janeiro deste ano.
Descobriu-se ainda que Erivan fez um seguro de vida para vítima, em novembro de 2017, colocando-se como beneficiário de um prêmio no valor de 800 mil reais. Para o promotor de Justiça Luiz Cogan, o caso apresenta traços de crueldade. O magistrado acolheu a denúncia com quatro qualificadoras requeridas pelo MPCE, que aumentam a pena dos acusados em caso de condenação: feminicídio, promessa de recompensa, meio cruel e meio que impossibilitou a defesa da vítima. Ele manteve, ainda, as ordens de prisões preventiva e negou o direito dos réus de recorrerem em liberdade.
“O denunciado José Ribeiro (Rogai) mencionou ter aceito a proposta de R$ 400,00 para fins de auxiliar no homicídio da vítima (promessa de recompensa). A morte da vítima visava a obtenção do prêmio, sendo tal motivo abjeto e repugnante (motivo torpe). Os algozes, de forma desumana e causando desnecessário sofrimento à vítima, executaram sua morte com múltiplos e brutais golpes de barra de ferro contra a cabeça, com a vítima deitada e indefesa (meio cruel). Ademais, os denunciados cometeram o brutal homicídio contra a vítima-mulher, por razões da condição de sexo feminino (feminicídio)”, consta na denúncia do promotor de Justiça Luiz Cogan.
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