Uma ação conjunta da Polícia Militar do Ceará (PMCE) e da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), realizada nessa terça-feira (26), resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva e na prisão em flagrante em desfavor de um homem de 45 anos, suspeito de feminicídio contra a mãe e ameaça contra uma tia. A prisão foi realizada no município de Morada Nova – Área Integrada de Segurança Pública 9 (AIS 9) do Ceará Equipes da Polícia Militar foram acionadas para uma denúncia de ameaça, em uma via pública na cidade de Morada Nova (AIS 9). No local indicado, os policiais militares constataram que o homem, de 45 anos, era suspeito de ter matado sua mãe, uma idosa de 81, no último dia 5 de maio, na cidade Morada Nova (AIS 9). O indivíduo foi conduzido a Delegacia de Polícia Civil de Morada Nova, unidade da PCCE, onde o mandado de prisão por feminicídio foi cumprido e ele foi autuado por ameaça. O homem está à disposição da justiça. Denúncias A população pode contribuir com as inv...
O Conselho de Sentença do 4º Tribunal do Júri da Comarca de Fortaleza condenou Marluan Teixeira Freire a sete anos (em regime semiaberto) e três meses (em regime aberto), por homicídio e ocultação de cadáver da vítima Francisca Sulamita dos Reis Marques. A acusação e a defesa vão recorrer. O réu vai aguardar em liberdade.
A sessão, que ocorreu na tarde desta segunda-feira (03/09), no 4º Salão do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua, foi presidida pelo magistrado Edson Feitosa dos Santos Filho. A acusação ficou a cargo do promotor de Justiça Ythalo Frota Loureiro e a defesa realizada pelos advogados Faustino Costa e Pedro Jackson.
Consta nos autos (nº 0141699-41.2017.8.06.0001), que no dia 10 de março de 2017, por volta das 19h, na BR 116, KM 10 Cajazeiras, em trecho com velocidade máxima controlada de 60km, o acusado atropelou Francisca Sulamita dos Reis Marques a uma velocidade estimada entre 134 e 153km. A vítima não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo.
Marluan Teixeira não possuía carteira de habilitação. Após o ocorrido, ele fugiu do local e levou o carro até uma oficina, onde o desmontou em diversas partes. O réu ainda enrolou o corpo da vítima em um saco preto e jogou em um matagal.
A defesa alegou que Francisca Sulamita atravessou a BR-116 falando ao celular, o que manifesta imprudência em relação à sua integridade física. Disse que o réu estava a caminho o trabalho de sua esposa, na faixa da esquerda, permitida aos veículos transitam em maior velocidade, quando uma pessoa, tentou atravessar, sendo impossível parar o veículo.
Fonte: TJ-CE

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