A morte de um cinegrafista e uma repórter da equipe da Band em Minas Gerais, nesta semana, expõe riscos do acúmulo de função e da precarização do jornalismo , defenderam em nota A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG). Na última quarta-feira (15), o repórter cinematográfico Rodrigo Lapa e a repórter Alice Ribeiro foram vítimas de um acidente de carro na rodovia BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, enquanto voltavam de uma pauta jornalística. Quem dirigia o carro era o próprio cinegrafista , o que configura acúmulo e desvio de função, na avaliação das entidades. Rodrigo morreu ainda no local e Alice teve morte cerebral confirmada na quinta-feira (16). Ela era mãe de um bebê de 9 meses. “Profissionais responsáveis pela captação de imagens jornalísticas vêm sendo sobrecarregados com tarefas que não lhes cabem, como a condução de veículos, o que amplia significativamente os ri...

A obra "Ubiratan Aguiar - pelas sendas do tempo" escrita, pela jornalista Luiza Helena Amorim, narra episódios da vida pública do atual presidente da Academia Cearense de Letras que galgou espaços na política nacional.
O lançamento será na próxima terça-feira, 11, no Ideal Clube, às 19h.
Ele já atuou como professor, corretor imobiliário, advogado, vereador, secretário de Educação do Ceará, deputado estadual constituinte, ministro e presidente do Tribunal de Contas da União (TCU). Ubiratan Aguiar tem um extenso currículo de atividades profissionais e agora dedica-se com mais afinco as atividades artísticas, à frente da presidência da Academia Cearense de Letras (ACL) e na escrita de livros de poesia e composição de músicas.
A jornalista Luiza Helena Amorim, resolveu pesquisar essas muitas histórias e registrá-las em um livro que foi intitulado "Ubiratan Aguiar - pelas sendas do tempo".
“Tentei registrar o encontro de Ubiratan com o mundo e sua ação enérgica pelo desenvolvimento do Brasil e mais enfaticamente da região Nordeste. (...) A educação (...) conduz ações, mostra caminhos, induz escolhas, aproxima ideologias, até então, divergentes, proporciona o acesso à cidadania.
Ela é o início, o meio e o fim das atividades profissionais de Ubiratan; a razão, a justificativa para tantas lutas”, com essas palavras, no início do livro, a autora apresenta aos leitores a principal bandeira de lutas do ex-político.
Ubiratan Aguiar começou, oficialmente, na política em 1966, quando foi eleito para o mandato como vereador de Fortaleza, pela Arena.
Na época, era acadêmico de Direito na UFC.
Sua participação na política foi sempre marcada pela defesa da educação de qualidade como forma de desenvolvimento do país.
Foi presidente da Comissão Permanente de Educação, Cultura, Esporte e Turismo da Câmara Federal.
Foi relator da lei que instituiu o Fundo Constitucional de Apoio ao Ensino Fundamental e Valorização do Magistério (Fundef). Ele criou e relatou a lei n. 9.999, de 30 de agosto de 2000, que destinou 3% da premiação dos prognósticos lotéricos para o Fundo Nacional de Cultura.
Paralela a vida política há uma trajetória educacional de Ubiratan: as aulas como professor particular, no Colégio Sete de Setembro, no Colégio Batista, na Academia de Polícia Militar.
A experiência como secretário de educação e deputado constituinte é uma das fases da vida de Ubiratan que ele mais gosta de comentar e orgulha-se.
O livro destaca ainda o lado artístico de Ubiratan Aguiar que é poeta e compositor, além de autor de 13 livros técnicos e 3 de poesia.
Compôs músicas para seis CDS: “Águas do arco Iris”, “Vagão da estrela”, “Versos de vida”, “Cantos de vida”, “Sina do cabra da peste” e “Qualquer papel”. Todos gravados por grandes intérpretes como Elba Ramalho, Dominguinhos e Geraldo Azevedo.
Sobre a autora
Depois de atuar como repórter de jornal impresso e televisão, Luiza Helena Amorim, tornou-se escritora e biógrafa.
O livro de estreia foi “Adísia Sá, uma biografia”, publicado em 2005, seu trabalho de conclusão do curso de jornalismo.
A publicação ganhou um prêmio nacional, do Intercom, que seleciona, anualmente, os melhores livros reportagens do país, escritos por estudantes de pesquisa e o tratamento das fontes históricas.
Já publicou 10 livros e foi especializando-se em escrever biografias, de personalidades conhecidas e pessoas simples. Escreveu “Itinerário de Lustosa da Costa” e “Resiliente como a caatinga”, biografia da ambientalista de Tauá, Dolores Feitosa, responsável pelo Museu Regional dos Inhamuns e “Narciso Pessoa: o inglês da Taquara”, biografia do pai do ex-prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa.
Serviço
Lançamento do livro "Ubiratan Aguiar - pelas sendas do tempo"
11 de setembro, às 19hs, no Ideal Clube.
Editora Premius
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