quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Programa "Esquina Segura" ganha nova cara para evitar acidentes


Foto: Paulla Pinheiro

A cidade de Fortaleza já está registrando conquistas efetivas na política de segurança viária implementada pela Prefeitura. Os dados de uma pesquisa realizada por meio da parceria entre a Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) revelam que o projeto “Esquina Segura” está alcançando o objetivo de salvar vidas. Implantado em março de 2017, o projeto reduziu em 61% o número de acidentes com vítima nos locais onde houve a intervenção, garantindo mais segurança aos condutores e pedestres que se deslocam diariamente pela Cidade.
Dando continuidade à iniciativa, além do reforço na sinalização viária e fiscalização, áreas de esquina serão prolongadas no intuito de reduzir a distância de travessia dos pedestres, deixando-os menos expostos na via. A primeira interseção contemplada situa-se na Rua Barbosa de Freitas x Rua Marcos Macedo, no bairro Aldeota.
A medida, que vem sendo executada por meio de uma ação em conjuntoentre a AMC e a Iniciativa Bloomberg de Segurança Viária, deve ser concluída até o final de setembro. A intervenção inclui o alargamento de calçada exclusiva para pedestre e tem como objetivo reduzir a prática de estacionar nas esquinas, melhorar a percepção dos usuários acerca do limite de 5 metros e facilitar a visibilidade dos condutores.
Segundo o superintendente do Órgão, Arcelino Lima, é possível observar mudança no comportamento dos condutores. “Além do nosso comprometimento em sinalizar e fiscalizar, os motoristas também estão fazendo a sua parte evitando estacionar irregularmente e dessa forma não prejudicam mais a visibilidade de quem deseja cruzar a via. Pelo que acompanhamos nas ruas e até mesmo considerando a estatística de redução de acidentes, percebemos uma significativa melhoria na postura dos cidadãos. Hoje, as equipes vão a campo e muitas vezes não se deparam mais com a prática de desrespeito à sinalização como ocorria antigamente”, avalia.

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