Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceram que os Crimes de Maio de 2006 foram uma grave violação de direitos humanos. Em comunicado de imprensa divulgado na última sexta-feira (29), eles também cobraram do Estado brasileiro que haja responsabilização em relação ao caso. Ocorridos há 20 anos, os Crimes de Maio começaram com rebeliões em mais de 700 presídios do estado de São Paulo, após a transferência de mais de 760 detentos – dentre os quais alguns líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) – para um presídio de segurança máxima. Nos dias seguintes a essa megatransferência, a ofensiva chegou às ruas com uma série de ataques entre o PCC e agentes do Estado. Os conflitos resultou na morte de mais de 500 pessoas em todo o estado. Grande parte dessas mortes ocorreu com indícios de execução praticadas por policiais. >> Clique aqui e leia mais sobre os 20 anos dos Crimes de Maio na Agência Brasil Segundo o relatório Análise dos Impactos dos Ataques do P...


Um sistema simplificado, disponível em plataforma mobile (smartphones e tablets), permite a comunicação por todos os seus usuários, aprimorando a segurança dos usuários da portaria virtual.
Trata-se do aplicativo Outkey, através do qual, por exemplo, os moradores têm o controle de acesso da garagem, permitindo entrada e saídas rápidas; acesso de visitantes e prestadores de serviços; em situações de risco, acionamento do alerta pânico silencioso; e videomonitoramento online de 24 horas, possibilitando uma comunicação direta com o usuário em qualquer situação.
Atualmente, são mais de 4 mil usuários.
A inovação tecnológica funciona como um reforço ao monitoramento da portaria virtual, conforme explica o sócio diretor da Hiseg, Vinícius Santos.
“Ele é específico para a portaria virtual, então, o morador recebe seus dispositivos de acesso. Para veículo é um controle e para o pedestre é entregue uma chave de acesso, chamado de tag, em forma de chaveiro – bastando encostar no leitor para abrir (o portão). O aplicativo funciona como um controle de acesso efetivo, pois o próprio morador faz o cadastro, e serve também como mensagem de texto, em que pode informar que está chegando em um táxi de determinada placa e modelo, em que o operador, quando chega esse veículo, monitora esse veículo através das câmeras, faz a confirmação e libera o acesso.” detalha.
Além disso, com relação à segurança, há o fornecimento de imagens para os usuários.
O morador pode, de qualquer lugar, acessar seu condomínio através de seu dispositivo remoto – smartphone, tablet, enfim.
“Ao chegar em casa, ele pode abrir as imagens e ver se está tudo ok, e tem o contato direto com os telefones fixos – que funcionam 24 horas, na central”, destaca Venícius.
O diretor aponta que tanto na portaria virtual como no aplicativo, a comunicação entre condomínio e central é contínua.
“A Hiseg utiliza sempre link dedicado de fibra ótica – que não é internet convencional. Temos a internet principal e o link redundante, ou seja, dois links dedicados para que, havendo o rompimento de um, sempre tem a redundância”, explica Santos.
“Em caso de alguma situação que consideramos absurda acontecendo, enviamos, sempre, um profissional nosso ao local – que pode ser um técnico, patrulheiro, policial ou, se necessário for, um porteiro físico para situações que fogem do nosso controle”, acrescentou.
Serviço:
Saiba mais: https://www.facebook.com/hisegtecnologia/
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