O Estádio Presidente Vargas abriu oficialmente, nesta quarta-feira (07/01), seu calendário de partidas em 2026, com a realização da primeira partida do ano pelo Campeonato Cearense. O duelo, válido pela segunda rodada da competição, terminou com vitória do Floresta sobre o Tirol por 2 a 0. Antes de receber o jogo, o PV passou por 20 dias de revitalização e preparativos, garantindo gramado, estrutura e operação prontos para a nova temporada do futebol cearense. Em 2025, o equipamento viveu um dos anos mais movimentados da última década, com 120 partidas oficiais de Campeonatos Cearenses, Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Série C do Brasileiro, consolidando o estádio como um dos principais palcos do futebol no Estado. Para o secretário de Esporte e Lazer de Fortaleza, Anderson Pinheiro, o PV cumpre um papel estratégico para o esporte na cidade. “O PV é um patrimônio do esporte cearense. Ver o estádio recebendo partidas oficiais desde o início da temporada reforça nosso compromisso...
O Ministério Público Federal pediu a condenação de um ex-secretário de Educação do município de Pacajus (CE), além de outras duas pessoas, pelo crime de peculato (apropriação e/ou desvio de dinheiro público). No total, foram desviados, aproximadamente, R$ 72 mil referentes a verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) repassadas ao município para execução de reformas na área educacional.
De acordo com a denúncia, as obras, realizadas entre 2010 e 2011, foram resultado de três diferentes licitações que tratavam de reformas no Ginásio Municipal de Pacajus e no prédio do Centro de Educação Infantil anexo ao Colégio Municipal de Pacajus. Todos os três processos licitatórios tiveram como empresa vencedora a Poly Construções e Serviços, e nos três casos, foram identificadas irregularidades na execução.
Conforme o MPF, o então secretário de Educação de Pacajus Elisvaldo Oliveira da Silva e o engenheiro civil da Prefeitura, Hugo Correia Lima, respectivamente, autorizavam os pagamentos e atestavam o acabamento das obras executadas irregularmente. O sócio administrador da construtora, Antônio Augusto Pinheiro de Oliveira, também foi denunciado pelo MPF pelo recebimento de verbas por obra não executada.
Entre as falhas na execução das reformas, percebidas em análise do então Tribunal de Contas dos Municípios no Estado do Ceará (atualmente extinto), estão a inexecução total ou parcial de itens, aditivos contratuais injustificados e itens em desacordo com as especificações do projeto.
A denúncia tramita na 32ª Vara da Justiça Federal no Ceará. Sobre os mesmos fatos, já há, na esfera cível, ação civil pública de improbidade administrativa tramitando na 5ª Vara da Justiça Federal.

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