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Caso Henry: celular da babá levou polícia a descobrir agressões Delegado que conduziu investigação abriu 2º dia de julgamento

  O delegado Edson Henrique Damasceno, então titular da delegacia policial que investigou a morte do Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021, afirmou nesta terça-feira (26) que a análise de prints (reproduções) de mensagens de celular da babá do menino levaram a descobrir o que chamou de “farsa” por trás da morte da criança. “Se não tivessem esses prints , a mentira iria seguir”, declarou no júri durante abertura do segundo dia de julgamento do caso no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro.   À época da morte, Damasceno estava à frente da 16ª Delegacia Policial (DP), sediada na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro onde morava o então casal Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados pela morte de Henry Borel.   Então vereador no Rio de Janeiro no quinto mandado, Dr. Jairinho era padrasto de Henry, filho de Monique Medeiros com Leniel Borel de Almeida Junior. O menino morreu na madrugada de 8...

Festival Popular de Teatro de Fortaleza chega a sua 9ª edição


Esse ano, o evento irá contemplar comunidades indígenas

O Festival Popular de Teatro de Fortaleza (Feptef) chega a sua nona edição espalhando pelas ruas da cidade, entre os dias 20 e 25 de novembro, arte, alegria e pensamento crítico. Esse ano, mais maduro, o festival traz o tema “Cidade Diversa – Teatro que Conversa”, justamente por representar esse contado direto com o público. Ao todo foram 15 grupos selecionados, somando 30 apresentações, em praças, terminais de ônibus, comunidades indígenas e até em um bar. Tudo de forma totalmente gratuita.

O objetivo do evento é incentivar o acesso da população às artes cênicas, intensificar as produções teatrais e contribuir com a formação de artistas de rua. Idealizado pela Cia Prisma de Artes, com apoio da Lei do Mecenato Estadual e patrocínio da Enel.

“Ao longo desses anos vimos o quanto esse tipo de evento é inclusivo. Muitas pessoas não têm acesso ao teatro, por isso fazemos questão de organizar anualmente o festival para que possamos levar arte para quem não tem acesso, para aliviar a correria do dia a dia daqueles que transitam nas ruas apressados. Além de arte, o teatro também é um instrumento crítico. Dessa vez, vamos apresentar espetáculos para comunidades indígenas como Tapebas e Jenipapo Kanindé, cumprindo a nossa missão de levar o teatro onde o povo está”, declara Raimundo Moreira, idealizador e coordenador do evento.

A abertura do Festival será dia 20, e já começa às 7h da manhã, no Terminal do Papicu, com o grupo Junto e Misturado, que exibirá o espetáculo Desequilibradoz. Ao meio dia, o Terminal de Messejana recebe João Andirá, com Voares – Bonecos Contadores de Histórias. No mesmo horário, de forma simultânea, o Grupo Imbuaça, de Aracaju/SE, com o espetáculo A peleja de Leandro na trilha do cordel, na praça do Ferreira. À tarde, a partir das 15h30, os espetáculos acontecerão no ícone das artes do Ceará – a praça do Teatro José de Alencar, com o grupo Pavilhão da Magnólia, com a peça Maquinista e a banda Dona Zefinha e Da Silva el hijo de las Américas. Ao longo dos demais dias, o evento será itinerante, para alcançar o maior número de pessoas.

Como o objetivo é também promover trocas, o Festival realizará um encontro com todos os grupos, no dia 22/11, às 09h às 13h, onde serão compartilhadas experiências e vivências que tornarão o IX Feptef ainda mais rico. Além dos grupos que se apresentarão no festival, estarão também as companhias que fizeram parte do Festival dos Inhamuns, que tem foco em circo, bonecos e artes de rua. Será um diálogo construtivo e necessário.



Serviço:

IX Festival Popular de Teatro de Fortaleza

Data: 20 a 25 de novembro

Local: Festival itinerante, em praças, terminais de ônibus e vários outros locais.

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