Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), com apoio do Departamento de Inteligência Policial (DIP), realizou, na tarde dessa quarta-feira (20), a prisão de um homem, de 30 anos, no bairro Planalto Ayrton Senna, na Área Integrada de Segurança Pública 21 (AIS 21) de Fortaleza. Contra o suspeito, existiam dois mandados de prisão em aberto, sendo um deles por integrar organização criminosa. Após diligências investigativas realizadas por equipes da Draco, o alvo foi localizado e capturado. Em seguida, ele foi conduzido à unidade policial, onde os mandados foram cumpridos e os procedimentos cabíveis realizados. O homem também possuía regressão cautelar decretada pela Vara de Execuções Penais da Comarca de Fortaleza, bem como antecedentes criminais por posse ilegal de arma de fogo, roubo de veículo e crime contra a fé pública. A Polícia Civil segue com investigações contínuas voltadas ao enfrentamento das organiz...
O juiz da 8a. Vara Criminal de Fortaleza, Henrique Granja, condenou seis dos sete denunciados pela morte da estudante de Direito Cecília Rachel Gonçalves Moura, de 23 anos, ocorrida em 12 de abril passado, no bairro Parque Manibura, em Fortaleza. A sentença foi publicada nesta terça-feira (19/12). Raquel era estagiária da 3ª Promotoria de Justiça Auxiliar do Crime, do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE).
Foram condenados Geanderson da Silva Barbosa (autor do disparo, 23 anos e 06 meses de prisão), Rodrigo Barbosa de Moura (líder do bando – 28 anos, 03 meses e 10 dias de prisão), Leonardo Lima do Nascimento (23 anos e 06 meses de prisão), Antônio Honorato Pinheiro Macedo Filho (23 anos e 06 meses de prisão) e Jefferson de Sousa Rodrigues (26 anos e 06 meses de prisão) como diretamente ligados ao latrocínio. Jéssica Ferreira Oliveira foi condenada a 03 anos de prisão por repassar aos demais membros da organização informações alusivas às operações da Polícia, embaraçando a investigação do crime.
Antônia Alexandre do Nascimento, esposa e “sócia” de Jefferson nos negócios ilícitos da organização criminosa, segundo o MPCE, foi absolvida das acusações, embora esteja respondendo por tráfico de drogas em razão da apreensão de entorpecentes em sua residência quando da investigação do latrocínio.
Para o promotor de Justiça Felipe Diogo Frota, titular da 8ª Promotoria de Justiça Criminal e responsável pelo caso, “o reconhecimento pelo Poder Judiciário da procedência das acusações é a prova de que todo o trabalho foi bem feito, desde a investigação da Polícia Judiciária, realização de perícias oficiais, até a conclusão da instrução criminal com a tomada dos depoimentos”.
Na mesma sentença, o magistrado determinou que os condenados permaneçam presos, negando-lhes o direito de recorrer em liberdade. O Ministério Público estuda, no entanto, a possibilidade de recorrer da decisão afim de agravar a pena dos condenados, bem como em relação à acusada que foi absolvida.
O crime
A universitária Cecília Rachel Gonçalves Moura, de 23 anos, morreu na manhã do dia 12 de abril de 2018, após ser atingida por um disparo de arma de fogo na cabeça. Ela estava conduzindo um veículo, quando foi abordada por bandidos e lesionada à bala. Depois do crime, a jovem perdeu o controle do automóvel e chocou-se contra um muro.
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