Partida acontece nesta quarta-feira, 10, às 20h; ingressos seguem à venda Link para compartilhamento: Copiar Gabriel Silva/Ceará SC No Estádio Presidente Vargas, o Ceará recebe o Avaí/SC às 20h desta quarta-feira, 10, em duelo válido pela 12ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro 2026. Com 13 pontos conquistados, o Alvinegro disputa a sétima partida em casa, a primeira no PV pelo Brasileiro. Venda de ingressos Com entradas a partir de R$ 10,00 (meia-entrada), os ingressos seguem à venda nas Lojas Vozão e on-line, por meio do site vozaotickets.com. Nas bilheterias do estádio, os bilhetes começarão a ser comercializados às 15h. Os sócios-torcedores podem realizar o check-in por meio da plataforma sociovozao.com ou pelo app Ceará SC. Os setores destinados à Nação Alvinegra são: Azul, Laranja e Social. O setor Amarelo será destinado ao torcedor visitante. Confira os valores Azul: R$ 20,00 (inteira) | R$ 10,00 (meia-entrada) Laranja: R$ 30,00 (inteira) | R$ 15,00 (me...
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da Promotoria de Justiça de Fortim, ingressou com Ação Civil Pública (ACP) ambiental e de improbidade administrativa requerendo a demolição das obras do Empreendimento Praia Canoé que estejam em desconformidade com a licença emitida pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace).
Conforme laudos emitidos pelos servidores do MPCE, da Semace e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), o Complexo Turístico Praia Canoé pode ocupar apenas o espaço do empreendimento localizada no tabuleiro pré-litorâneo. Apesar de os órgãos ambientais competentes terem proibido a realização de obras em áreas protegidas pela legislação ambiental, os responsáveis pelo estabelecimento passaram a construir em áreas de preservação permanente inseridos em dunas fixas, móveis e frontais, planície fluviomarinha e superfície de deflação ativa e faixa de praia.
Diante dos danos ambientais provocados, o Ministério Público requereu a desocupação, demolição e remoção de todos os materiais e entulhos das edificações erguidas em desacordo com a licença de instalação nº 59/2015, emitida pela Semace, com a reparação dos danos causados ao meio ambiente. Outro requerimento da Promotoria é a indenização no valor dos danos provocados ao meio ambiente, que serão quantificados por perícia a ser realizada pela Semace, bem como a condenação de todos os envolvidos nas sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa.
Na ação proposta, a Promotoria ressalta que a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMAN) não atende aos requisitos estabelecidos pela legislação para conceder licenciamento ambiental, tais como órgão ambiental capacitado, equipe multidisciplinar de nível superior para analisar o licenciamento ambiental e equipe de fiscalização e de licenciamento formada por servidores públicos efetivos de nível superior. Por isso, o órgão ministerial pleiteou a nulidade de todas as licenças concedidas pelo órgão municipal em favor do empreendimento turístico Praia Canoé.
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