Maria Clara Pacheco é campeã da 3ª etapa do Grand Prix, em Paris Para avançar à final, braisileira derrotou atual vice-campeã olímpica Agência Brasil Publicado em 10/10/2026 - 21:33 Rio de Janeiro © CBTKD/Divulgação Versão em áudio Campeã mundial de taekwondo, a brasileira Maria Clara Pacheco venceu neste sábado (10) a terceira etapa do Grand Prix Series 2026, em Paris. Número 1 do mundo, a atleta paulista derrotou a jordaniana Fadia Khirfan (3ª no ranking) na final da categoria até 57 quilos por 2 rounds a 0 (2 a 0 (14-3 e 16-5). Maria Clara já vencera as etapas anteriores do Grand Prix: foi campeã em junho, em Roma (Itália) e três meses depois em Muju (Coreia do Sul). Para chegar à decisão do ouro, a brasileira enfileirou vitórias. Estreou com vitória nas oitavas de final contra a Kanelya Carabin por 2 rounds a 0. Depois repetiu o placar contra a vice-campeã olímpica em Paris 2024, a iraniana Nahid Kiyanichandeh. Na semifinal, Maria Clara não teve dificuldades para derrotar a c...
_Segundo a Organização Mundial da Saúde, o trânsito é uma questão de saúde pública e especialistas explicam que os danos afetam o físico e a mente_
No mês que se voltam os olhos para o alto índice de mortes e feridos no trânsito, um último estudo do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), aponta que os Brasileiros passam em média quase 40 dias por ano dirigindo e uma dado da Organização Nacional de Segurança Viária (ONSV) aponta que cerca de 60% dos leitos do Sistema Único de Saúde, são ocupados por vítimas do trânsito.
Segundo a última pesquisa do DPVAT, seguro que cobre vítimas de trânsito, só no Ceará, mais de 18.000 pessoas ficaram com sequelas devido a acidentes de trânsito no último ano.
Para além dos acidentes, o infectologista Anastácio Queiroz afirma que o trânsito contribui para o agravamento de problemas de saúde. “O contato com a poluição gerada pelos veículos pode contribuir para ataques cardíacos, derrames e doenças do sistema respiratório”, afirma o especialista. Além disso, dirigir por muitas horas pode trazer prejuízos para coluna e pescoço, dores pelo corpo, piorar a qualidade do sono e elevar a pressão arterial. Para a psicóloga Rachel Camurça, as horas no trânsito pode trazer danos à saúde física e mental “As horas no trânsito podem ocasionar problemas sérios de coluna, respiração e principalmente agravamento de geração de estresse.”
*Violência no trânsito*
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito e ainda segundo o estudo, sem campanhas de conscientização, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 e 2,4 milhões, em 2030.
O estresse é um dos principais fatores para brigas no trânsito, às vezes uma batida simples pode virar uma situação em que pessoa pode ser violenta. Os acidentes também são motivo de chateação e as pessoas acabam reagindo de forma agressiva. A psicóloga Rachel Camurça analisa: “Na maioria das vezes em situações de estresse, a pessoa faz uma reflexão sobre o problema e no trânsito por conta do nível alto de estresse, da pressa, da impaciência isso se agrava.” O advogado especialista em trânsito, Rodrigo Nóbrega analisa: "Todas essas situações podem caracterizar além de infrações de trânsito, crimes de lesão corporal -caso seja constatada agressão física- ou crimes contra honra."
Para evitar esses casos, o advogado explica que não existe uma receita mágica mas uma boa dica é tentar sair em horários que não sejam de pico e se por acaso alguém tiver diante de uma situação que possa ser agredida fisicamente ou verbalmente, o ideal é anotar a placa do veículo e sair do local em segurança.
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