Anvisa proíbe suplementos alimentares de origem desconhecida Decisão se refere a produtos da PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda. Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Publicado em 14/10/2026 - 10:28 Brasília © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Versão em áudio A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de todos os produtos fabricados pela empresa PSM Pennaforte Produtos Naturais, incluindo suplementos alimentares. >> Clique aqui e leia a publicação da Resolução no Diário Oficial da União . Em nota, a Anvisa informou que uma ação da vigilância sanitária de Marataízes (ES) constatou que o endereço constante no cadastro da empresa é um endereço residencial, “não sendo identificada nenhuma empresa ou estabelecimento comercial em funcionamento no espaço”. “Os produtos não podem ser fabricados, importados, distribuídos, divulgados nem utilizados”, informou a agência no comunicado. A Agência Brasil não conseguiu contato com a PSM Pen...
Projeto que regulamenta prática foi aprovado na noite desta terça-feira (9) no Plenário da Câmara
O deputado federal Célio Studart (PV-CE) foi o único da bancada cearense que se manifestou contra o projeto (8240/2017), que regulamenta práticas da vaquejada, do rodeio e do laço no Brasil, aprovado nesta terça-feira (9) no Plenário da Câmara após cerca de seis horas de debates. “Quem disser que o animal não sofre que fique no lugar dele e volte aqui para dar opinião”, discursou durante o processo de votação.
PATRIMÔNIO CULTURAL?
Célio foi voz dissonante entre os representantes no Estado ao longo de todo o processo de debate. Por volta das 20h45, a votação foi encerrada: a proposta passou com 402 votos favoráveis, 34 contrários e quatro abstenções. Ao todo, vinte integrantes da bancada do Ceará votaram: 19 a favor e apenas Célio contra.
Segundo a proposta, ficam reconhecidos o rodeio, a vaquejada e o laço como expressões esportivo-culturais pertencentes ao patrimônio cultural brasileiro de natureza imaterial, sendo atividades intrinsecamente ligadas à vida, à identidade, à ação e à memória de grupos formadores da sociedade brasileira.
“O que determina o que é maus-tratos, dor, ansiedade, medo, crueldade não é designar que seja patrimônio cultural ou esporte – é a realidade”, defendeu em um dos seus pronunciamentos como vice-líder do PV. Para Célio, os animais não são objetos, brinquedos e nem divertimento para ninguém.
Conforme repetiu durante a votação, a Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal do Conselho Federal de Medicina Veterinária esclarece que o gesto brusco de tracionar violentamente um animal pelo rabo pode causar luxação das vértebras, ruptura de ligamentos, de vasos sanguíneos, lesões traumáticas, com comprometimento, inclusive, da medula espinhal. “E mais: o impedimento de fuga, a ameaça que o animal sofre, seja na vaquejada ou no rodeio, exacerba reações de ansiedade, medo e desespero”, destacou.
O deputado pelo PV-CE também criticou a forma com que o Congresso Nacional trata a questão animal. “Quando os animais têm valor comercial, eles ganham valor nesta Casa. Quando envolve lobbies, eles passam a ser importantes. Se o animal é bem tratado depois da vaquejada, é porque ele vale dinheiro. Mas no momento em que ele está lá, ele é maltratado e escravizado para viver como objeto de deleite humano”, condenou.
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